Na Galícia, especificamente no cabo de Finisterre, os romanos localizavam o fim da terra. Ali era onde se encontrava o ponto
mais ocidental de seus domínios. Finisterre deriva do latim finis terrae (o fim da Terra), e é até aqui que viemos neste mês, ao
noroeste da Espanha, à Galícia, terra de vinhos atlânticos, frescos, expressivos, cheios de aromas, os vinhos do fim do mundo.
Na Galícia, as coisas andaram muito rápido nos últimos 10 anos. Poucas regiões vitivinícolas transformaram-se de forma tão
radical em tão pouco tempo. Este processo de ultramodernização fez com que os galpões (garagens) sob as casas onde são
produzidos os vinhos obscuros de antigamente, tenham se convertido em bodegas de tamanho menor, dotadas do maquinário
e equipamento mais modernos, responsáveis pela produção destes novos vinhos frutados, elegantes e com personalidade.
Os vinhos brancos são protagonistas nessas terras, mas os vinhos tintos sempre estiveram presentes, embora destinados
principalmente ao consumo local e num volume inferior aos brancos.
(*) O frete será somado ao valor unitário da garrafa e não destacado como vinha sendo feito.
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