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Região: Valle Central - ChileUvas: Cabernet SauvignonDizem que um bom produtor de vinho se conhece por sua linha baixa, pelos seus vinhos básicos e não por sua linha top. O vinho do mês retrata bem este conceito, a linha 120 é a linha baixa da casa Santa Rita, é seu vinho mais barato, e, de fato, já independente do preço do clube, que é sempre bom, este vinho apresenta uma qualidade que vai muito alem de seu preço. Rubi escuro com capa brilhante. Em nariz, especiado, frutas, floral, nanquim, complexo e intenso. Em boca grande ataque, elegante, equilibrado, untuoso, macio e quente com bom final. Estimativa de guarda: este vinho está em bom momento de consumo mas talvez melhore um pouco no próximo ano. Harmonização: é um vinho curinga, tem vigor para pratos mais despojados e elegância para pratos mais delicados. Temperatura de serviço: estará muito bem entre 17 e 23ºC. Valor médio de mercado: R$32,00 Valor para associados: R$26,10
Região: Toscana - ItáliaUvas: Sangiovese e Cabernet SauvignonEu queria que a primeira seleção Grandes Vinhos fosse algo impressionante. Na verdade quero que todas sejam algo impressionante, mas a primeira deveria deixar claro a que veio esta nova seleção. Um "Super Toscano" é algo que eu acho bem impressionante. Teremos a possibilidade de abordar o tema dos supertoscanos, tema este que já deu muito o que falar, polêmica italiana que virou tendência, estabeleceu o prefixo "Super" como sinônimo de um conceito que ganhou mundo. Hoje já se fala de Super Rioja por exemplo. E esse prefixo não é a toa. A seleção Grandes Vinhos de setembro, a primeira, é um super toscano. É o "A Sirio" 2001, Sangiovese e Cabernet Sauvignon. Produção anual: 900 caixas.Rubi com borda ciano. Nariz complexo, caramelo, toffe, baunilha, lácteos, yogurt de morango. Boca: intenso concentrado, vigoroso, taninos de madeira, consistência densa, final enorme. Guarda: este vinho tem enorme estrutura e por isso surpreende seu vigor considerando que é um 2001. Melhorará nos próximos 5 ou 8 anos, e bem pode ser guardado por mais 10. Harmonização: Neste momento de vigor e juventude pode acompanhar pratos fortes, carnes e massas com molhos a base de leite ou tomate bem condimentados. Com o tempo, afinará e estará melhor com pratos de sabores mais finos e delicados. Para quem gosta de usar o Decanter, esta é uma ocasi~/ao que o justifica. Não tanto para areja-lo, mas para separar o pouso, a polimerização de cor. Leia mais sobre "decantar e arejar" em textos de informativos anteriores.Valor médio de mercado: R$140,00 Valor para associados: R$90,00
Região: Valle de Uco - ArgentinaUvas: MalbecO nome desse vinho vem da constelação do Cruzeiro do Sul. Nessa constelação, que nos é tão familiar, Acrux é o nome da estrela que aponta para o sul. Já o avestruz que se vê na etiqueta simboliza a união da terra com o céu e, segundo o produtor, figura que os índios Mocovies argentinos deixaram plasmada em paredes de cavernas, o que me leva a crer que ou são índios modernos ou a ave é uma Ema. O Acrux é o vinho top da Bodega, esteve 18 meses em barricas e 12 em garrafa em bodega. É sem duvida um dos melhores Malbecs argentinos.É difícil saber se foi a Argentina que adotou a Malbec como sua uva, ou se foi a Malbec que adotou a Argentina como seu país. O fato é que a Malbec, originária da França e lá também chamada de Cot, nunca produziu em sua origem os vinhos que produz no seu país de adoção. Hoje é a uva emblema da Argentina, e a segunda uva mais plantada no país. Desperta paixões e produz os melhores vinhos argentinos. A Seleção Especial do mês não deixa nenhuma dúvida quanto à isso.Estimativa de guarda: é um vinho com muita estrutura e se encontra em plena ascensão. Seu melhor momento ocorrerá dentro de uns 3 ou 4 anos e terá um ápice longo. Pode ser guardado sem nenhum problema por dez anos. Aromas poderosos, tanino vivo, sabores complexos, tostados, frutas, madeira e um toque de menta. Uma estrutura impressionante que faz com que apesar de ser 2002 tenha um vigor fora do comum. Harmonização: Este vinho sem dúvida harmonizará com um jantar chique, muito chique. Valor para associados: R$168,00
Região: Vinhos Regional Terras do Sado - PortugalUvas: 100% TrincadeiraA Trincadeira é uma das mais populares entre as centenas de castas portuguesas. É muito usada em cortes, portanto tê-la assim, sozinha num vinho como na nossa seleção do mês, é uma interessante possibilidade de conhecê-la melhor. Ficou 6 meses em barril e 4 meses em garrafa. Rubi translúcido. Nariz, meia intensidade, frutas negras. Em boca ligeiro, sabores bem encaixados pelo estágio em barril. Sem arestas, final doce e taninos muito discretos, característica da Trincadeira. Temperatura de serviço: Dado seu caráter leve e a discrição de seus taninos, quase plano, é um vinho que estará melhor em temperaturas mais baixas que o habitual, entre 16°e 19°. Harmonização: É um vinho de caráter clássico e o fato de ser discreto de taninos, faz dele um vinho mais "harmonizável". Os taninos atrapalham um pouco, por exemplo, harmonizando com embutidos, ou com cozidos, ou mesmo sopas. Não será o caso deste. Guarda: O bodegueiro diz 10 anos mas eu não iria tão longe. Melhorará nos próximos 3. Observação: Esse vinho acaba de chegar de Portugal e tão pronto chegou ao nosso armazém foi enviado a você. Taivez esteja um pouco cansado da viagem. Espere um par de semanas para abri-lo. O que não impede que abra uma garrafa já para saciar a curiosidade. Valor para associados: R$35,00
Região: Valle del Rapel - ChileUvas: Cabernet Sauvignon e ShirazA bodega Undurraga é uma das melhores e mais afamadas bodegas chilenas. Sua linha Aliwen apresenta várias opções de uvas e cortes mas eu selecionei este vinho com a uva shiraz em seu corte pois, e até onde me lembro, não tivemos ainda um vinho chileno com essa variedade em sua composição, sempre no intuito de levar ao associado experiências novas e diversas. Estágio: 9 meses - Carvalho francês e americano.Rubi intenso e brilhante, nariz poderoso, compotas de frutas, Em boca, uma evolução perfeita, poderoso e perfeitamente equilibrado tato sedoso e final enorme. Um vinho de corte moderno com muita estrutura. Temperatura de serviço: Entre 19º e 23ºC. Temperatura de serviço: de 19 a 24ºC. Guarda: Sua grande estrutura fará com que melhore nos proximos 5 ou 7 anos ainda que já está delicioso. Harmonização: Vinho masculino para pratos masculinos. Deixemos os pratos com molhos delicados para outro vinho.Valor médio de mercado: R$60,00 Valor para associados: R$37,80
Região: Coastal Region, Stellenbosch - África do SulUvas: 36% Cabernet Sauvignon, 28% Merlot, 21% Cabernet Franc, 10% Shiraz, 3% Malbec, 2% Petit VerdotA África do Sul não para de nos surpreender com seus vinhos. Por isso, para a seleção Grandes Vinhos de dezembro, escolhemos este fantástico vinho, que não deixará ninguém indiferente. Com uma tradição de mais de 300 anos, a África do Sul é um clássico na viticultura mundial. Com a sua abertura política e econômica após o fim do Apartheid em 1994, seus vinhos foram lançados ao desafio de recuperar seu espaço e aqui estão de novo: uma viticultura repleta de tradição, que se abre diante de uma enologia de futuro. Amani Vineyards está localizada no distrito de Stellenbosch, Coastal Region, considerada a região mais importante no cultivo de vinhas e famosa entre os aficionados do vinho pela grande variedade de sua excelente produção, definitivamente um ponto de referência na África do Sul. Aqui, apresentamos Amani I am 1, resultado de uma seleção dos melhores barris da safra 2009 da bodega. As variedades foram produzidas de forma independente, em barris de carvalho francês de 225l por 12 meses. Após a crianza, os barris são selecionados individualmente para fazer parte da coupage final, onde a enóloga Carmen Stevens procura o equilíbrio entre a fruta e a crianza do vinho. E sem dúvida consegue, porque este vinho surpreende por sua integração, cheio de nuances e tão saboroso que não há pressa por degustar. Suas qualidades farão com que sua passagem pela garrafa melhore-o nos próximos anos. Álcool: 14,5% Valor aproximado de mercado: R$110,00 Valor para associados: R$79,25
Região: Pfalz - AlemanhaUvas: RieslingEstimativa de guarda: para consumo imediato. Dourado, aromas de doces de frutas e frutas brancas maduras. Em boca, chega a recordar um "Xerez Fino", talvez porque apresente um bom volume de álcool para seus sabores delicados. Passo por boca amanteigado e bom final. Harmonização: bem frio pode ser um excelente aperitivo e irá bem com pescados e massas de molho branco. Tambem se sairá bem com queijos, inclusive os mais fortes de sabor. Temperatura de serviço: entre 10 e 14ºC. Valor médio de mercado: R$45,00 Valor para associados: R$28,00
Região: Pfalz - AlemanhaUvas: 100% St. LaurentEstimativa de guarda: talvez mantenha suas qualidades inalteradas por algum tempo, mas não é um vinho para a guarda. Cor rubi com brilhos vermelhos. Aromas intensos e originais que já se sentem ao abrir a garrafa. Em boca, herbáceo e notas lácteas que lhe dão personalidade. Taninos verde e agradável. Final ligeiramente amargo, talvez bem evidente em função do baixo teor de açúcares residuais. Harmonização: pratos gordurosos, carnes e cozidos. Temperatura de serviço: ao contrário do que se sugere o contra-rótulo, (14 a 16ºC), este vinho deve ser bebido entre 19 e 22ºC. Em temperaturas mais baixas, alguns amargos sobram. Valor médio de mercado: R$60,00 Valor para associados: R$42,00
Região: Valle de Curicó - ChileUvas: 85% Cabernet Sauvignon, 8% Syrah, 7% MalbecUm Cabernet Sauvignon da linha Reserva da Aresti. O Cabernet Sauvignon, bem, ainda que os Chilenos não gostem, é a uva chilena, por mais que insistam no Carmenére.Visual: vermelho rubi. Nariz: potente, fruta compotada. Em boca: volumoso, denso, notas de chocolate e menta, final doce. Temperatura de serviço: Entre 18 e 22º Harmonização: vai com tudo e acredito que irá especialmente bem com molhos à base de leite, “strogonof”, molho branco e outros de caráter adocicado. Guarda: um vinho muito estruturado, bom para guardas longas. Melhorará nos próximos 5 ou 6 anos. Valor médio no mercado: R$45,00 Valor para associados: R$33,80
Região: Valle de Curicó - ChileUvas: 100% Pinot NoirNão foram poucos os associados que vinham me pedindo um Pinot Noir. Pois lá vem ele, e Pinot Noir interessante ou é francês ou é chileno. Os franceses "inventaram" essa uva e os chilenos são os que melhor se saíram em domar sua rebeldia no cultivo ou sua delicadeza na vinificação. Vermelho intenso. Nariz: especiarias, fruta confitada, potente. Boca: divertido, jovial, “tutti- fruti”, macio, final doce. Temperatura de serviço: 16º a 20º Harmonização: por ser um vinho amoroso pode ser cansativo para bebericar mas versátil para acompanhar pratos. Também irá bem com molhos cremosos, pastas e algum queijo de meia cura. Guarda: Melhorará nos próximos três ou quatro anos, em cujo prazo possivelmente perca esse caráter divertido de balinhas de frutas.Valor médio no mercado: R$45,00 Valor para associados: R$33,80
Região: La Mancha, Navarra - EspanhaUvas: 100% CencibelDa Bodegas Munhoz. Recém chegado ao Brasil, será uma primazia da Sociedade da Mesa. Talvez o único vinho "Manchego" comercializado no Brasil. Violáceo escuro e translúcido. Em nariz amoras e toques de rabanete. Em boca, um ataque divertido com sensação de carbônico, sabor de groselha e um final de taninos verdes. Harmonização: é um vinho versátil e fácil de harmonizar, mas sem dúvida se sairá melhor com pratos gordos, cozinha mineira por exemplo. Temperatura de serviço: de 16 a 22ºC. Estimativa de guarda: 2 anos. Valor para associados: R$28,90
Xerez, Sherry, Jerez nominam toda uma família de vinhos da D.O. Xerez. Do mais seco, o Fino, ao mais doce, o Pedro Ximenez. O nome Fino vem mesmo do que parece e do que o vinho é, o mais delicado, o mais elegante, o mais fino dos xerezes. O mais requintado vinho de aperitivo que eu conheço. Valor para associados: R$62,00
Região: Riverland - AustráliaUvas: 70% Cabernet Sauvignon, 30% MerlotEstimativa de guarda: pode crescer nos próximos 2 ou 3 anos. Escuro com brilhos rubi. Em nariz há alguma sobreposição do álcool, frutas vermelhas maduras compotadas. Em boca, intenso, elegante e taninos doces ao final. Harmonização: carnes, pizzas, cozinha diária. Temperatura de serviço: entre v16 e 23ºC. Valor para associados: R$34,50
Região: Riverland - AustráliaUvas: 100% ChardonnayEstimativa de guarda: ainda que seja um vinho robusto, não deve ser guardado por mais de 2 anos. Amarelo intenso e brilhante, muito aromático, frutas maduras e aromas secundários. Em boca é potente, cheio, gordo com essa doçura característica do Chardonnay. Harmonização: é um vinho versátil, que por sua potência pode acompanhar facilmente pastas e algumas carnes. Será tambem um bom aperitivo, e sem dúvida se sairá bem com queijos curados. Temperatura de serviço: entre 12 e 15ºC. Valor para associados: R$34,50
Região: South Valley - AustráliaUvas: 100% ShirazA próxima escala das nossas aventuras no globo vinícola leva-nos a um destino distante. No mês de novembro, será o turno de um dos maiores produtores e exportadores mundiais, a Austrália. No século XIX, diversos vinhos australianos surpreenderam em várias exposições na França, conquistando importantes prêmios e medalhas douradas. E nos testes às cegas, os vinhos elaborados com a uva Shiraz foram colocados no patamar de qualidade dos melhores franceses, pelos grandes especialistas daquela época. Nossos associados terão a oportunidade de conhecer um Shiraz elaborado pela Grant Burge Wines, que, segundo a história, foi uma das primeiras a estabelecer-se em Barossa, importante vale do sul da Austrália, onde atualmente concentra-se a maior parte das vinícolas de maior prestígio daquele país. A família Burge hoje supera as 5 gerações na produção de vinhos. Quase 150 anos após surpreender os mais céticos dos especialistas mundiais, a Austrália é uma referência de conceito e estilo, principalmente quando se trata da uva Shiraz. Diretamente do South Valley, chega nossa seleção do mês: Benchmark Shiraz 2011. Uma negociação especial com a vinícola permite-nos colocar este vinho a um preço pelo qual dificilmente encontraremos australianos desta qualidade no mercado brasileiro. Envelhecido em barricas de carvalho francês e americano, este Shiraz 100% é um vinho de grande estilo e elegante, com toda a tipicidade que a Austrália poderia nos oferecer. Sem dúvida, empolgará os nossos associados a descobriremmais a respeito deste vale e de seus grandes vinhos. Valor aproximado no mercado: R$55,00 Valor para associados: R$42,70
Região: Suan Hill, Victoria - AustráliaUvas: ShirazO Beverford Shiraz 2007 é um vinho de livro, representa com competencia o “estilo australiano” de fazer vinho. É um Shiraz, claro, de muita estrutura. Fiquei muito feliz de encontrar este vinho na última feira de Londres já que vinhos australianos desta qualidade não chegam ao Brasil por menos de R$ 80,00 reais. Rubi intenso. Nariz: média intensidade, ameixa, frutas maduras. Boca: grande volume de sabor, bem encaixado, grande passo por boca, cerejas, frutas maduras, final longo. Harmonização: Pratos de sabor forte, carnes, grelhados, aves, massas. Valor estimado no mercado: R$ 80,00 Valor para associados: R$38,50
Região: San Rafael, Mendoza - ArgentinaUvas: 100% SyrahA seleção do mês de junho será um varietal: o Bianchi Syrah 2008. A uva Syrah, uma uva de grande adaptação a diferentes zonas produtoras, deixando uma marca única por cada região que passa. O vinho selecionado é da Casa Bianchi, também conhecida como Bodega Valentin Bianchi. Uma bodega octogenária de origem italiana que está localizada em San Rafael a 240 quilômetros de Mendoza. Como já é de praxe da Sociedade da Mesa, este vinho é exclusividade para nós associados, uma vez que ele somente será lançado no mercado nacional em 2010. Por isso mais uma vez, aproveitem!Envelhecimento: 6 meses em barril de carvalho francês. Rubi com borda ciano. Nariz: cálido,mediana intensidade, fruta compotada. Boca: grande paso e volume de sabor, harmônico e jovial. É um Shiraz de livro. Harmonização: versátil, mas irá melhor com pratos de caráter adocicado ou molhos à base de leite. Temperatura de serviço: entre 20º e 24º. Guarda: melhorará nos próximos 2 anosValor de mercado R$ 45,00 Valor para associados: R$37,80
Região: San Rafael, Mendoza - ArgentinaUvas: 100% TorrontésA seleção do mês de junho será um varietal diferente: o Bianchi Torrontés 2008. A torrontés que é tida por muitos como uma exclusividade hermana, considerada no mundo dos aromas como a principal rival da Sauvignon Blanc. O vinho selecionado é da Casa Bianchi, também conhecida como Bodega Valentin Bianchi. Uma bodega octogenária de origem italiana que está localizada em San Rafael a 240 quilômetros de Mendoza. Como já é de praxe da Sociedade da Mesa, este vinho é exclusividade para nós associados, uma vez que ele somente será lançado no mercado nacional em 2010. Por isso mais uma vez, aproveitem!Envelhecimento: 6 meses em barril de carvalho francês. Amarelo pálido e cítrico, e ligeiro carbônico. Nariz: frutas brancas como banana, abacaxi ou pêssego, frutas maduras, mediana intensidade. Boca, untuoso, pronunciada acidez, final largo. Harmonização: sua acidez exige pratos de mar, peixes ou frutos do mar. Estará especialmente bem com ostras. Temperatura de serviço: entre 10º e 15º. Guarda: consumo imediatoValor de mercado R$ 45,00 Valor para associados: R$35,80
Região: Luján de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: 100% TempranilloDa bodega Família Barberis, em Ugarteche.Graduação alccolica: 13,2%. Vermelho com brilhos lilás. Grande volume de aromas, frutas maduras, tostados, tudo muito bem integrado. Apesar de seu bom teor alcoólico, o álcool não se sobrepõe aos aromas, mesmo volteando vigorosamente a taça. Em boca é leve, tanino estimulante, jovial e bem acabado. Harmonização: vinho para muitas ocasiões e situações. É versátil e informal, e vai do aperitivo ao acompanhamento de massas, carnes diversas, picadinhos, parmegianas, enfim, cozinha trivial. Temperatura de serviço: entre 17 e 22ºC. Valor para associados: R$34,90
Região: Somontano - EspanhaUvas: 100% MoristelSomontano é aquela região a sotomonte(*) dos Pirineos, norte do antigo reino de Aragão cujo monarca Fernando, casou-se com Isabel de Castela para promover a expulsão dos árabes e unificar a península e sentar às bases de um país que veio a se chamar Espanha. O mesmíssimo Fernando já seria um consu-midor do vinho Somontano que vem sendo produzido desde dois séculos antes de Cristo. Nem imagino o quanto pode ter mudado esse vinho desde aquele tempo, mas não tenho dúvida de que melhorou infinitamente. A uva do qual é feita a nossa seleção do mês é uma uva exclusiva daquela região. A Moristel, que apesar da coincidência sonora, não tem nada a ver com a monastrell. Tradicionalmente essa uva vinha sendo utilizada para corte, para trazer ímpeto às outras uvas que até por muito refinadas, pouco valentes. Num momento usou-se que essas uvas regionais por mais robustas, não poderiam produzir sozinhas vinhos elegantes, mas a tecnologia está invertendo essa percepção e trazendo para a caixa das uvas nobres um montão de uvas antes relegadas a coadjuvantes. Esse é um fato muito feliz, pois traz cor, traz variedade e traz alegria a nossos copos. Vale comentar que não tenho notícia da existência no mercado de um vinho produzido exclusivamente com a uva moristel, o que faz na nossa seleção do mês algo muito especial, único e portanto tremendamente instigante. Beterraba escuro e brilhante com bordas brancas. Em nariz é dificil encontrar aromas predominantes dada a sua complexidade, mas é alegre e lá no meio das frutas se encontram aromas elaborados de caldas doces. Em boca, ataque poderoso, notas de groselha e um tanino delicado e doce. Um vinho inteirinho em molhos potentes, queijos frescos. Valor para associados: R$
Região: Russian River Valley – Cafornia - Estados UnidosUvas: Pinot NoirVinicola : Bogle Vineyards. Grad. Alcoólica: 14,2 % Vermelho brilhante. Em nariz complexo, cheio de nuances onde se destacam tostados e baunilha. Em boca sabores em profusão e dificeis de conseguir com a Pinot Noir. Cereja, ervas finas, o frecor da menta. Delicado, bem acabado, final enorme. Este vinho será lembrado pelos associado por muito tempo. Fará historia. Harmonização: Versátil mas eu reservaría para este vinho somente os pratos finos também de sabores delicados. Evitaria molhos fortes como tomate ou picantes por exemplo. É também um vinho fantastico para ser bebido sozinho, simplesmente. Guarda: Estão tão bom que da até medo de guardar. Tem robustez para guarda e segundo os canones melhorará nos proximos 4 ou 5 anos mas temo pelo seu frescor que eu não trocaria por uma promessa de elegancia. Temperatura de serviço: Entre 19 e 23° Valor médio no mercado: R$ 120,00 Valor para associados: R$96,00
Região: Bourgogne Passe-Tout-Grains, Borgonha - FrançaUvas: 2/3 Gamay e 1/3 Pinot NoirProdutor: Gauthey-Cadet&Fils Este vinho é caracterizado por sua cor de intensidade média, compensada por um requinte elegante no nariz e na boca. São vinhos que pareciam da velha escola, mas que cada vez têm mais consumidores entusiasmados, por serem complexos e, ao mesmo tempo, sutis e de fácil consumo. Valor aproximado no mercado: R$55,00 Valor para associados: R$43,60
Região: Melilla, Las Violetas, Montevidéu - UruguaiUvas: 100% AlbariñoAlbariño é uma uva clássica da Galícia, Espanha. Lá produzem aqueles que vem sendo considerados os melhores brancos espanhóis. Os Bouza, descendentes de galegos, meio que por inspiração enológica, meio que por querência às suas origens, decidiram plantar Albariño no Uruguai.Amarelo, brilho cítrico, frutas brancas maduras, untuoso, muito elegante. Temperatura de serviço: de 12 a 18ºC. Harmonização: um vinho versátil. É um excelente aperitivo. Acompanhará inclusive carnes com molhos delicados passando por todo o espectro de peixes e carnes brancas. Guarda: Poderá ser guardado por até 2 anos, mas não creio que melhore.Valor estimado de mercado: R$80,00 Valor para associados: R$69,50
Região: Melilla, Las Violetas, Montevidéu - UruguaiUvas: 50% Tempranillo, 25% Merlot, 25% TannatO Trilogia é novamente um vinho feito exclusivamente para a Sociedade da Mesa, o que neste caso tem um sentido diferente. A Bodega Bouza é muito pequena, de produção reduzida, e fazer um vinho exclusivo à obriga a outro nível de atenção e comprometimento. Esteve 9 meses em barricas americanas e francesas, e foi engarrafado sem filtrar somente no dia 16 de julho para ser enviado a nós.Vermelhão intenso com brilhos ciano. Em nariz, fresco, jovial, frutado. Em boca, excelente evolução, equilibrado, carnudo, muito bem acabado. Notas de tostado, final longo. Temperatura de serviço: entre 17 e 21ºC. O produtor recomenda decanter. O aroma pode melhorar após o arejamento no mesmo. Harmonização: vinho versátil. Arroz, massas, assados e grelhados. Guarda: melhorará nos próximos 3 anos.Valor estimado de mercado: R$50,00 Valor para associados: R$35,00
Região: Friuli, Grave - ItáliaUvas: 100% Cabernet SauvignonFinalmente e depois de mais de 50 seleções, um vinho italiano. O Briccolo é um Cabernet Sauvignon do Friuli, mais precisamente D.O.C. Grave de Friuli, importado pela Sociedade da Mesa com exclusividade para seus associados.Álcool: 13,5%. Casa produtora: Bidoli. Barrica: 10 meses. Visual: vermelho com tons de idade, quebrado e algo carbônico. Em nariz: frutas, cereja, confeitaria, alegre e muito agradável. Em boca. grande ataque e evolução, carnudo, volume de sabor fresco ao tempo e elegante, harmônico apesar da importante graduação alcoólica, tanino integrado e final bem longo. Guarda: Está em um excelente momento para consumo mas pode ser guardado por um par de anos. Temperatura de serviço: de 18 a 24ºC. Harmonização: Versátil, tem alegria suficiente para acompanhar pratos mais leves, massas, pizza e carne; e elegância para alcançar carnes elaboradas com molhos finos.Valor médio de mercado: R$50,00 Valor para associados: R$35,00
Região: D.O.: Rueda - EspanhaUvas: TempranilloProduzido por VINOS SANZ, um alegre Campo Sanz Tinto Tempranillo - “Vino Regional de la Tierra de Castilla y León” - ideal para ser bebido inclusive em dias quentes. Oportunidade única para os nossos associados acompanharem o crescimento dos Tempranillos da Tierra de Castilla y León. Valor mercado: R$50,00 Valor para associados: R$38,50
Região: Vinos de la Tierra de Castilla - EspanhaUvas: Tinta del Pais (Tempranillo)Translúcido brilhante de borda branca. Nariz equilibrado, franco de intensidade media e frutado. Em boca, cheio, fresco, ligeiro, de evolução homogênea e taninos doces. Estimativa de guarda: Também para consumo mediato. Não melhorará em garrafa, mas pode ser guardado por um par de anos. Harmonização: É um tinto de verão, leve, fresco que acompanha uma infinidade de pratos, mesmo os mais leves, peixe inclusive. Também se sai muito bem como aperitivo e por ser leve convida a tomar grandes quantidades. Temperatura de serviço: Ainda que tinto, é um vinho que dá o seu melhor em temperaturas mais baixas que o habitual de 13 a 17ºC. Valor para associados: R$35,00
Região: Valle de Casablanca - ChileUvas: 100% Pinot NoirJá tivemos entre nossas seleções um Pinot Noir chileno, um reserva sereno, senhorial, bem diferente deste. Este é um jovem vigoroso e temperamental, que 8 meses em barril de carvalho francês não foram capazes de doma-lo no todo. Vamos ter que doma-lo na taça. Estágio em barril: 8 meses em carvalho francês. Vermelho translúcido, de capa luminosa. Em nariz, aromas delicados, finos e uma nota de goiaba. A evolução em boca é o que mais chama a atenção, grandiosa. Um final ligeiramente amargo se soma a um tanino marcante, o que lhe dá muito caráter. Estimativa de guarda: está pronto para consumo. Não ganhará com a guarda, mas manterá sua qualidade por uns anos. Harmonização: interessante para pratos gordos, cozidos tipo Cassoulet, carnes, ainda que seja um vinho de sabores delicados, seu tanino se sobreporia a pratos de sabores pouco pronunciados. Valor médio de mercado: R$45,00 Valor para associados: R$34,00
Região: Vale Central - ChileUvas: 100% Cabernet SauvignonEsta caixa será composta por um Cabernet Sauvignon da Linha Cartagena da Bodega “Casa Marin”, Vale Central, Chile. Rubi vermelhão e borda ciano. Nariz: mediana intensidade, frutado, típico. Boca: leve, bem acabado, sabores bem encaixados e bom final. É um Cabernet Sauvignon de texto. Harmonização: Também é um “vai com tudo”, mas estará melhor com pratos de sabor mais marcado, molhos de tomate, molhos com carne ou embutidos. Temperatura de serviço: De 17º a 24° Guarda: Ganhará alguma delicadeza no próximo ano.Valor ao consumidor no mercado: R$50,00 Valor para associados: R$37,60
Região: Vale Central - ChileUvas: 100% CarménèreA próxima caixa é composta por um Carménère da Linha Cartagena da Bodega “Casa Marin”, Vale Central, Chile. Eu que o selecionei não sou um fã de Carménère. Quão bom deve ser um Carménère para que eu o selecione? Para não deixar dúvida quanto à resposta eu mesmo a dou: muito. Rubi profundo. Nariz: grande volume de aroma, delicado, harmônico, frutado. Em boca: sabores perfeitamente encaixados, passo por boca agradável e consistente. Final enorme. Um dos Carménères mais agradáveis que já provei. Harmonização: é um “vai com tudo” e é um “agrada a todos”. Irá bem inclusive com pratos mais sofisticados de molhos finos, o que não é comum para um Carménère. Temperatura de serviço: Entre 17 e 24° Guarda: Está num momento muito bom e não creio que melhore muito com a guarda, mas não decairá nos próximos dois ou três anos.Valor ao consumidor no mercado: R$50,00 Valor para associados: R$37,60
Região: Los Lingues - ChileUvas: Cabernet SauvignonUma seleção para fazer história. Casa Silva: “O melhor produtor da América do Sul”, pela International Wine & Spirit Competition de Londres, a vinícola mais premiada por três anos consecutivos. Seu enólogo, Mario Geisse, premiado como melhor enólogo do Chile.É um vinho elaborado 100% de uvas cabernet sauvignon, provenientes dos melhores vinhedos de Los Lingues. Por suas condições foi possível obter este vinho de grande estrutura e persistência, intensos aromas e frutas vermelhas, taninos firmes e redondos, com suaves fundos de coco e baunilha, aportados pela barrica francesa, conseguindo uma harmonia e complexidade que o distinguem pela sua elegância e personalidade.Escuro de borda beterraba com capa brilhante. Aromas elegantes, de guarda. Em boca, impressionante ataque, grande evolução e final largo. Notas de tostados e conhaque. Harmonização: pratos finos e de sabores contundentes, molhos elaborados, carnes e caças. Estimativa de guarda: pode melhorar nos próximos 5 anos. Temperatura de serviço: entre 17 e 22ºC. Valor mínimo encontrado no mercado: R$70,00 Valor para associados: R$42,00
Região: Colchagua - ChileUvas: ChardonnayCom uvas provenientes principalmente de Angostura, se distinguem por ser um vinho branco de potente boca com notas tropicais próprias de variedade acompanhado de características amanteigadas, aportados por 25% de vinho à fermentação maloláctica. Pálido, luminoso e de aromas intensos. Grande entrada em boca, um tato muito macio e quente, um final longo e generoso. Ainda que branco, acompanhará com competência pratos que tradicionalmente se reservam para os tintos e inclusive pratos de difícil harmonização como queijos de forte sabor, sopas e molhos mais picantes. Manterá sua excelente forma por mais 2 anos. Valor mínimo encontrado no mercado: R$46,00 Valor para associados: R$28,00
Região: Valdichiana Toscana - ItáliaUvas: 70% Sangiovese, 10% Merlot, 10% Cabernet Sauvignon e 10% outras autóctonasProdutor: Cantina dei Vini Tipici dell’AretinoTeor alcoolico: 12,5% Casa Vasari é um vinho redondo, com um toque fino no nariz com memórias frutadas. Na boca é de fácil passagem, flui graças a sua estrutura bem polida, nada selvagem, que combina a perfeição com a acidez e seu gosto frutado. Para aqueles que degustaram vinhos mais duros e estruturados da toscana, muitas vezes com taninos imaturos que necessitam de um longo tempo de crianza em barril e posterior passagem pela garrafa que consiga doma-los, este vinho será como um deleite. Valor aproximado no mercado: R$ 60,00 Valor para associados: R$43,50
Região: Cachapoal Valley - ChileUvas: 100% Pinot NoirÉ o primeiro vinho de Alto Cachapoal - Chile que temos entre as seleções, bem como uma primicia para os associados já que esta seleção é justamente o lançamento deste vinho no mercado nacional. O diretor técnico desta bodega, Sergio Correa, foi considerado o melhor enólogo do Chile em 2002 e a Casas del Toqui vem obtendo claro destaque na imprensa especializada no Chile.Vermelho translúcido. Nariz: mediana intensidade, frutas vermelhas, cereja. Após algum minutos na taça aparecem aromas secundários. Boca: Fresco, jovial clara tipicidade da uva, feminino, elegante com sabores muito bem encaixados. Valor no mercado: R$58,00 Valor para associados: R$39,80
Região: Cachapoal Valley - ChileUvas: 100% CabernetÉ o primeiro vinho de Alto Cachapoal - Chile que temos entre as seleções, bem como uma primicia para os associados já que esta seleção é justamente o lançamento deste vinho no mercado nacional. O diretor técnico desta bodega, Sergio Correa, foi considerado o melhor enólogo do Chile em 2002 e a Casas del Toqui vem obtendo claro destaque na imprensa especializada no Chile.Vermelho rubi translúcido. Nariz: mediana intensidade, frutas silvestres e vermelhas, fresco e frutado. Boca: confitura, taninos vivos, leve, elegante, feminino.Valor no mercado: R$58,00 Valor para associados: R$39,80
Região: Valle del Maule - ChileUvas: 70 % Cabernet Sauvignon, 30% CarmenereA próxima escala do nosso passeio ao globo vinícola leva-nos ao Chile, importante país produtor e exportador mundial, que possui vinhos de alta qualidade em quase todas as suas latitudes. Conta a história que as primeiras vides chegaram ao Chile no ano de 1.548. E o produtor do mês, Bodegas & Viñedos de Aguirre, afirma que Dom Francisco de Aguirre plantou suas primeiras vides no ano de 1.551. A vinícola está localizada no Valle del Maule, D.O. muito tradicional do Chile, que se situa a apenas 80 quilômetros do Oceano Pacífico. Esta região tem uma sinuosa e ampla geografia, com um crisol de solos que permite uma excelente adaptação da maioria das variedades de uvas. Historicamente, foi uma região de vinhos de granel, mas, há anos, vários enólogos apostaram muito ali, para conseguir grandes vinhos. A alta qualidade da Cabernet Sauvignon no Chile é unanimidade mundial, mas eles também afirmam que o Valle del Maule tem grandes tesouros a serem descobertos; e que a Carmenère tem encontrado, nessa região, o seu berço. Seus solos argilosos mostram que, quando secam, dão muito vigor às plantas. E assim, as uvas amadurecem muito bem, sem perder o lado fresco que identifica os vinhos do Valle. Por sua localização privilegiada, recebe bastante influência marítima, o que proporciona uma excelente complexidade, tanto à Carmenère quanto à Cabernet Sauvignon. Selecionamos, para o mês de agosto, o Casilda 2009 Gran Reserva. Um corte de Cabernet Sauvignon (70%) e Carmenère (30%) produzido pela Bodegas & Viñedos de Aguirre, e envelhecido, durante 15 meses, em madeira francesa nova, de excelente qualidade. 13,5% álcool. Descubra você, nosso associado, este tesouro do Maule.Valor médio de mercado: R$ 54,00 Valor para associados: R$40,20
Região: San Jose - UruguaiUvas: Cabernet FrancJá estava mais do que na hora de selecionar um vinho sul-americano para o nosso clube e não poderíamos ter começado de forma mais original, um uruguaio. Digo original porque a tendência, por não dizer a tentação, é de começar pelo Chile já que tem possivelmente a vinicultura mais desenvolvida do continente. Mas a originalidade não para por ai. Se é vinho do Uruguai com certeza será de uva Tannat certo? Errado. Este vinho é de Cabernet Franc. Quando o tomei pela primeira vez levei um susto, jamais poderia esperar que dentro daquela garrafa, com aquele rótulo, com aquele preço, sendo uruguaio e de Cabernet Franc, pudesse encontrar aquele vinho. Um monte de preconceitos, confesso. O mundo do vinho é um campo fértil para o preconceito e por conseqüência reconhecer, encontrar ou julgar um vinho é uma constante luta contra os preconceitos e, também por isso, um exercício mental saudável. Abandonar os preconceitos é o primeiro passo para conhecer vinhos e a sensação de encon-trar um vinho de qualidade atrás de um rótulo feio, na estante de baixo do supermercado a um preço ainda mais baixo que a estante, não tem preço. É bobagem dizer que a produção de vinhos no Uruguai vem se desenvolvendo e seus vinhos melhorando, porque isso pode-se dizer hoje de qualquer país produtor de vinho. É um fenômeno mundial, e os vinhos vêm mudando com tal rapidez que as idéias definitivas sobre vinho não tem nada de definitivas, acabam tendo vida curtíssima e quase sempre incorrendo em desacerto. Vermelhão intenso e brilhante, aromas de compotas e geléias de frutas negras. Fino ao tato. Em boca tem taninos agradáveis e sua boa graduação alcoólica não destoa, ao contrário, harmoniza bem com o conjunto. 13,5%. Harmonização: massas em molhos leves, grelhados, peixes em molhos potentes, queijos frescos. Valor para associados: R$
Região: Atlántida, Canelones - UruguaiUvas: 70% Cabernet Sauvignon, 30% TannatNossa seleção de julho vem da bodega Viñedo de los Vientos, pouco conhecida no mercado brasileiro e sem distribuição no Brasil. Sua produção é de tão só 60.000 garrafas ao ano e sua propriedade tem somente 15 hectares. O Catarsis 2007 foi selecionado às cegas entre outros vinhos uruguaios análogos em valor e produzidos por bodegas de qualidade indiscutível.Envelhecimento: 18 meses em barris de carvalho francês. Rubi vermelhão brilhante. Nariz: intenso, equilibrado, fruta fresca. Boca: jovial, divertido, pleno de sabor, harmonioso, acidez alta, mas fazendo jogo com seu estilo. Harmonização: como vinho jovial que é, irá bem com pratos informais desde pizza a churrasco. Temperatura de serviço: 18° a 23°CValor médio no mercado: R$50,00 Valor para associados: R$36,50
Região: Perdriel e Sta Rosa, Lujan de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: 50% Syrah e 50% MalbecÉ um corte de áreas, de regiões, um corte bastante insólito por sinal, Syrah e Malbec. O Malbec é de Perdriel e o Syrah de Santa Rosa, Mendoza. Duas uvas de grande poder aromático e de regiões de alta insolação e amplitude térmica o que fica evidente na taça. O Cavas de Perdriel foi cortado e engarrafado exclusivamente para a Sociedade da Mesa. Vermelho com borda ciano, em nariz, compota, açucar queimado e um toque de cedro. Em boca, intenso, quente, estruturado, ameixa passa, tanino doce e final impressionante. Temperatura de serviço: de 18 a 23ºC. Harmonização: pratos com grande volume de sabor sejam pastas ou carnes. Guarda: muito estruturado. Melhorará nos próximos 4 anos.Valor estimado de mercado: R$50,00 Valor para associados: R$34,80
Região: Chablis, Borgonha - FrançaUvas: 100% ChardonnayProdutor: F. Colin Barollet “Chablis” é um dos vinhos brancos mais conhecidos no mundo. Seu sucesso contribuiu para a projeção dos vinhos brancos franceses, sempre menos populares que os tintos. Pouco ou nada tem a ver um “Chablis” com um “Chardonnay” de climas quentes. Parece quase impossível que, nestas latitudes - “Chablis” é a região vitícola mais ao norte de Borgonha - esta uva atinja a maduração, é puro “terroir” ao limite. “Chablis” é sinônimo de vinho branco elegante e complexo, um vinho de personalidade marcante, de acidez elevada e notas minerais abundantes, que se misturam com notas de fruta verde, resultando em um vinho fresco, gorduroso, um pouco austero, que com o tempo evolui, dando sentido a uma espera paciente, que nos fará entender onde está a magia e o preço alto destes vinhos. São vinhos quase “mutantes” em ocasiões simples, vinhos jovens que crescem com os anos, transformando-se em verdadeiras joias enológicas. Um bom vinho, que é um prazer apresentar aos associados. Valor aproximado no mercado: R$140,00 Valor para associados: R$98,00
Região: Médoc - Bordeaux - FrançaUvas: 60% Cabernet Sauvignon, 38% Merlot, 2% Petit VerdotMédoc é palco da maior concentração de vinícolas do mundo e berço dos vinhos premiers crus: Margaux, Latour e o Lafite. Mas, além destes primorosos vinhos, consagrados e reconhecidos no mundo inteiro, esta região oferece uma gama de excepcionais vinhos, razão pela qual selecionamos, para a próxima seleção especial Grandes Vinhos (GV), este belíssimo exemplar do Médoc: CHÂTEAU LA GRAVETE LACOMBE – Cru Bourgeois, safra 2009 As vinhas de Lacombe estão localizadas no coração da “Appellation Médoc”. O clima é diferente nesta parte norte da península, pois depende de dois corpos da água: a Gironde e o Oceano Atlântico, o que traz um elemento de umidade essencial para o terroir da região, e um solo com fino cascalho, propício para produzir as excelentes uvas Cabernet Sauvignon. O que faz deste vinho um autêntico Médoc é a predominância da uva Cabernet Sauvignon, em proporções maiores que o da uva Merlot e da uva Petit Verdot. Geralmente, vinhos desta região e com esta composição evoluem muito bem em garrafa e podem ser guardados por muito tempo. Então, aproveite esta seleção especial GV. Valor aproximado no mercado: R$149,00 Valor para associados: R$103,00
Região: Gironde, Bordeaux - FrançaUvas: 72 % Merlot, 18 % Cabernet Franc, 10% Cabernet SauvignonTemos ainda muito o que passear pela França. Já tivemos em seleções de Languedoc, Rhone e Buzet. A próxima região natural é Bordeaux. Chateau Toutigeac é um bordeaux clássico, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Importado por nós somente para os associados da Sociedade da Mesa. Rubi com tons violáceos. Em nariz fresco, jovem, equilibrado, frutas compotadas. Em boca: leve, fresco, agradável, ligeira acidez, tanino com toque verde. Temperatura de serviço: Entre 19 e 23º Guarda: Um ano de garrafa lhe fará bastante bem o tanino se suavizará, mas só um ano pois não tem estrutura para ir mais além. Harmonização: É um vinho jovem fresco, descompromissado e como tal irá bem com pratos também descompromissados à base de carne ou massa. Seu tanino não obstante não combinará com molhos à base de leite ou creme de leite, bechamel e outros molhos brancos. Valor médio de mercado: R$50,00 Valor para associados: R$34,50
Região: Priorat, Catalunha - EspanhaUvas: 25% Garnacha, 25% Cariñena, 20% Merlot, 15% Cabernet Sauvignon, 15% SyrahO Priorato é o vinho espanhol do qual mais se vem falando ultimamente, e que mais atenção vem despertando entre a crítica especializada. Um dos seus aspectos mais chamativos é que pode facilmente ser confundido com um vinho do novo mundo, por sua intensidade de cor e poder em boca. Desafortunadamente Priorato é uma região vinícola pequena e isso somado à súbita fama de seus vinhos fez com que seus preços subissem consideravelmente. Assim sem maiores pesquisas e bem de "orelha", diria que não há nenhum Priorato no Brasil por menos de R$100,00. Um delicioso desafio. Eis o Clos Gebrat, importado pela Sociedade da Mesa com exclusividade para seus associados. Vermelhão translúcido com brilhos rubi e borda clara. Nariz: intensidade mediana, fruta madura e compotada, cereja, groselha. Boca: cheio, vigoroso, toques axaropados, Cherry Brandy, avermutados, tanino doce, corpo médio e final longo, potente. Harmonização: pratos pouco gordurosos mas de muito sabor, como massas, aves, tapas, arrozes, carnes magras. Temperatura de serviço: entre 17 e 23ºC.Valor estimado de mercado: R$80,00 Valor para associados: R$35,00
Região: Terras de Encruzilhada do Sul, Vale dos Vinhedos - BrasilUvas: Merlot ,Tempranillo, Teroldego, Cabernet Franc, Tannat, NebbioloO Coletânea ainda não foi lançado no mercado pela Lidio Carraro, portanto é uma primícia da Sociedade da Mesa aos seus associados. Já tivemos entre nossas seleções vinhos da Lidio Carraro, e não é critério da Sociedade da Mesa repetir um produtor. Mas se eles continuarem melhorando seus vinhos tal como vêm fazendo, não nos restará mais alternativa senão repetir. Valor de mercado: R$69,00 Valor para associados: R$45,20
Região: Ribera Alta de Navarra - EspanhaUvas: 50% Tempranillo e 50% Cabernet SauvignonUma Crianza de Ribera Alta de Navarra com 50% Tempranillo e 50% Cabernet Sauvignon envelhecido por 14 meses é o equilíbrio perfeito para acompanhar carnes vermelhas e queijos. Um vinho com uma complexidade elegante com sobrenome de Navarra é a nossa seleção de Abril. Valor mercado: R$60,00 Valor para associados: R$39,40
Região: Ribeira Alta de Navarra, Navarra - EspanhaUvas: 70% Tempranillo e 30% Cabernet SauvignonTivemos em 2007 um vinho de Navarra que causou muito boa impressão entre os associados, o Condado de Almara Selección. Ainda hoje, quase 2 anos depois, alguns associados pedem garrafas deste vinho, que infelizmente não temos mais. Não é habitual no Clube repetir os vinhos de uma bodega, mas a Macaya nos fez uma oferta muito interessante: o seu Reserva pelo mesmo valor. Se o Selección ja teve boa acolhida entre os associados, fico imaginando a repercussão do Reserva. Rubi escuro. Nariz: elegante, bem acabado, compota, madeira e frutos secos, tudo muito bem encaixado. Boca: equilibrado. Seu tempo em madeira encaixou seus sabores com precisão. Corte clássico, masculino, notas de alcaçuz e final longo. Harmonização: pratos finos, carnes ou massas elaboradas com molhos delicados. Guarda: Está em um ótimo momento de consumo e eu não esperaria muito mais para bebe-lo, mas poderá melhorar nos próximos 2 ou 3 anos.Valor médio de mercado: R$70,00 Valor para associados: R$37,50
Região: Navarra - EspanhaUvas: 100% TempranilloA bodega Macaya é uma pequena bodega familiar com cultivo na zona média de Navarra, em Larraga, de solo argiloso. Nosso vinho foi vinificado em tanque de cimento epóxi, interessante tendência atual em contraposição às cubas de inox, entre outras razões pela sua inércia térmica. Estagiou 6 meses em barrica de carvalho americano.Vermelhão rubi brilhante e translúcido. Em nariz, potente, franco, frutas maduras. Em boca, quente, integrado, intenso, um vinho de corte moderno, mas sem abrir mão do estilo navarro. Um final de figo passo que sugere uma ligeira sobre-oxidação em barrica. Guarda: Poderá afinar nos próximos 2 anos. Harmonização: carnes, grelhados, cordeiro, massas e queijos. Valor aproximado no mercado: R$50,00 Valor para associados: R$35,00
Região: San José - UruguaiUvas: 85% Tannat, 15% Cabernet FrancAgora percebo que vim abusando do termo "exclusivo". Já chamei de exclusivas várias seleções do clube que na verdade eram importações exclusivas, importações feitas pelo clube somente para associados, e de fato, no Brasil, somente nós tomamos estes vinhos, mas eram rótulos que existiam. O vinho deste mês é um vinho exclusivo nosso. É um corte feito por mim na bodega uruguaia Castillo Viejo. É uma edição única: 4 lotes de Tannat e um lote de Cabernet Franc compõem este vinho que a meu pedido, não foi filtrado. É o segundo dos três cortes que fiz, e daí o nome "Corte Dos".Rubi intenso e borda branca. Em nariz, mediana intensidade, fruta madura, mentolados, eucalipto. Em boca um ataque enorme e poderoso, de boa complexidade, algum tostado, chocolate, cereja, baunilha, tanino agradável, quente, acetonado. Final esvanescente. Temperatura de serviço: de 18 a 24ºC. Harmonização: Cresce muito acompanhando uma refeição. Versátil, mas se dará melhor com pratos gordurosos e molhos intensos de sabor. Com carnes gordas à parrilla, se revelou excelente. Guarda: é possível que os sabores encaixem melhor em um ano, mas não muito mais. Valor para associados: R$34,30
Região: Languedoc Roussillon - FrançaUvas: Syrah, GrenacheCoteaux de Languedoc é o nome desse vinho do produtor Robert Skali, como tambem da sua A.O.C. (Apellation Dórigine Controlee). A AOC de Coteaux de Languedoc é de 1985 e pertence à região de Languedoc Roussillon que tem a maior extensão de vinheos da França, 40% do total. Encarnado claro com intenso aroma tipo bosque, início de boca vivo e final metálico, estrutura delgada. Taninos suaves e baixa acidez. Valor para associados: R$
Região: Buzet - FrançaUvas: 57% Merlot, 41% Cabernet Franc , 2% Cabernet SauvignonBuzet é uma pequena e relativamente nova A.O.C. que se encontra a meio caminho entre Borgonha e Tolouse. É o que se pode chamar de um vinho de corte clássico em todas as suas consequências. Em nossas últimas seleções cobrimos toda a América do Sul produtora de vinhos: Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Já é hora de descansar a boca desse estilo de vinhos e passearmos um pouco por terras francesas. O Cour D'Albret - Buzet é uma importação exclusiva para os associados da Sociedade da Mesa. Esse vinho não se encontra no mercado brasileiro.Rubi fluido. Em nariz, clássico, harmônico. Em boca, equilibrado, leve e um ligeiro amargor no final. Ainda que isso aconteça com todos os vinhos, este melhorou muito acompanhando uma refeição. Temperatura de serviço: de 18 a 22ºC. Harmonização: vinho versátil, acompanha qualquer comida que pede um vinho tinto. Guarda: está em bom momento de consumo e não melhorará com o tempo, ainda que possa ser guardado por 2 anos.Valor estimdo de mercado: R$45,00 Valor para associados: R$33,80
Região: Ribera del Guadiana - EspanhaUvas: Garnacha tintorera, Garnacha negra, Syrah e TempranilloEste é o vinho de nome e rótulo mais feio que já compramos. Surge de um infeliz posicionamento mercadológico de sua bodega produtora, com uma suposta intenção de chegar com seu vinho a públicos mais jovens. O nome e aparência de marca de refresco de seu rótulo, inspirado em quadrinhos e desenhos do artista pop Roy Lichtenstein, quase me impediu de comprá-lo. A única coisa que me convenceu foi o que estava dentro: o vinho. O Crash é produzido pela bodega Pago los Balancines, a qual considero a melhor da D.O. Ribera del Guadiana. Seu corte é pouco usual: garnacha tintorera, garnacha negra, syrah e tempranillo. É um vinho que dividirá os associados. Muito poderoso, moderno, com grande capacidade de guarda e nas antípodas do vinho clássico, tal como sugere seu rótulo. Mas, ao contrário deste, no meu entender, vinificado com muito bom gosto e saber. Valor aproximado no mercado: R$50,00 Valor para associados: R$41,80
Região: Mendoza - ArgentinaUvas: Cabernet SauvignonProdutor: Dominio de la PlataRubi beterraba escuro intenso e brilhante, fresco, frutado, chega a lembrar um vinho de maceração carbônica. Sua leveza, tanino agradável e acidez estimulante faz dele uma excelente opção para o quente mês de dezembro. Temperatura de serviço: entre 15 e 22ºC. Evolução em garrafa: pode manter suas qualidades por um tempo e talvez afine um pouco numa guarda curta. Valor para associados: R$34,50
Região: Mendoza - ArgentinaUvas: 100% MalbecProdutor: Dominio de la PlataVermelho claro com brilhos dourados. Nota-se a presença de algum carbônico. É evidente em nariz seu teor alcoolico. Aromas de confitura de morango. Muito untuoso, gordo, equilibrado, elegante e quente. Temperatura de serviço: entre 10 e 15ºC. Evolução em garrafa: consumo imediato. Valor para associados: R$34,50
Região: Cafayate - ArgentinaUvas: 100% TorrontésProdutor: Dominio de la PlataSuper aromático, com evidente destaque para a fruta Lichia. Sabor intenso, gordura e final largo. Temperatura de serviço: entre 7 e 11ºC. Evolução em garrafa: consumo imediato. Valor para associados: R$34,50
Região: Bordeaux - FrançaUvas: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e MerlotRubi translúcido. Nariz: frutas vermelhas, harmônico, mediana intensidade, integrado. Boca: bordeaux clássico, de texto, magro, tanino de madeira, simples, porem bem feito. Temperatura de serviço: entre 19º e 23ºC. Guarda: Não é um vinho para longas guardas, mas manterá qualidades e poderá afinar nos próximos 3 anos. Harmonização: é o típico vai com tudo. Vai com qualquer prato exceto, claro, os que não pedem tinto.Um clássico de Bordeaux. Um corte bordales: Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc. Um bordeaux de texto. A bodega Cruse foi fundada em 1812 por Herman Cruse e hoje tem à sua frente a enóloga Armelle Falcy Cruse, a sexta geração, daí o nome.Valor médio de mercado: R$45,00 Valor para associados: R$36,50
Região: Agrelo, Mendoza - ArgentinaUvas: 82% Malbec, 18% Cabernet SauvignonO Cuarto de Milla é o vinho básico da bodega Finca La Anita. Já disse mais de urna vez por aqui que a qualidade de uma bodega se mede pela sua linha básica de vinhos.Vermelhão com brilhos rubi translúcido e claro contrariando as tendências argentinas. Nariz muito poderoso, geléia de frutas silvestres, groselha, balas de goma, cereja ao marrasquino. Boca macio, quente, evolução perfeita, açucar queimado, coco, harmonioso. Taninos suaves, doces e final enorme. Harmonização: Versátil. Pastas, carnes, aves, pratos com molhos Cuarto de Mula fortes, risotos. Tempreratura de serviço: Ampla de 16 a 23ºC, tem potência aromática suficiente para ser bebido frio, tem equilíbrio suficiente para não perder-se aos 23ºC.Valor médio de mercado: R$50,00 Valor para associados: R$35,00
Região: Vale do Cachapoal - ChileUvas: 100% MalbecUma das razões que me levaram a selecionar este vinho é o fato de ser um Malbec Chileno. De memória, creio que é o primeiro Malbec Chileno que selecionamos e será uma grande experiência prová-lo, já que a referência mais comum que temos do Malbec, a que temos mais presente em nossa memória gustativa, é a do Malbec Argentino. De fato, é bem diferente dos chilenos que viemos selecionando. Ainda que seja um aspecto ao que dou pouca importância, este vinho foi muito premiado em eventos internacionais de primeira ordem. Mas como sempre digo, a maior premiação que um vinho pode ter é a aprovação dos associados.Barrica: 14 Meses. Vermelho vivo. Nariz: potente, especiarias, frutas vermelhas, madeira. Boca: Poderoso, quente, alegre, grande volume de sabor, taninos doces, final longo. É um vinho de muita personalidade, apaixonará alguns e desagradará a outros. Guarda: Melhorará nos próximos quatro anos. Harmonização: melhor com pratos de grande volume de sabor: carnes, molhos fortes, massas.Valor médio no mercado: R$46,00 Valor para associados: R$35,00
Região: Vin de Pays de Péloponnèse - GréciaUvas: 70% Roditis e 30% MoscofileroFazendo jus a um dos princípios da Sociedade da Mesa que é viajar pelo mundo do vinho, vamos nós para a Grécia. É isso mesmo, nossa proxima seleção é o Cuvée Prestige Branco 2010, um vinho branco produzido com 70% Roditis e 30% Moscofilero. Valor aproxim. mercado: R$45,00 Valor para associados: R$35,60
Região: Costa Central Californiana - Estados UnidosUvas: Syrah (Shiraz)Vamos começar 2012 com excelentes surpresas para os nossos associados, solidificando nosso compromisso com a alta qualidade das nossas seleções. O que poderia ser melhor que um vinho da Costa Central Californiana (EUA) para reforçar e concretizar a frase acima? Dificilmente encontra-se no mercado brasileiro vinhos californianos de alta qualidade pelo valor que vamos oferecer. O vinho do mês de janeiro é produzido pela afamada Hahn Family Wines, para simbolizar, celebrar e homenagear a Belle Epoque europeia do final do século XIX. Essa era foi marcada pelas melhorias e pelos notáveis inventos, principalmente nas artes e ciências, inclusive a moderna bicicleta. Gladiator foi uma das dúzias de fábricas que apareceram no mercado quando as bicicletas começaram seu boom e, na etiqueta do vinho, está representado um pôster famoso dessa fábrica, lançado em 1895, época dourada do ciclismo. A Sociedade da Mesa continua criando e inovando. A nossa Bela Época começou há 105 seleções e apresenta agora, com toda a potência, sabor e estrutura que somente o sol da Califórnia pode proporcionar, e com 43% do vinho envelhecido em carvalho francês novo, sua primeira seleção de 2012. Valor aproximado no mercado: R$65,00 Valor para associados: R$39,80
Região: Vale dos Vinhedos - BrasilUvas: Merlot, Cabernet SauvignonJá tivemos entre nossas seleções vinhos da Lidio Carraro, e não é critério da Sociedade da Mesa repetir um produtor. Mas se eles continuarem melhorando seus vinhos tal como vêm fazendo, não nos restará mais alternativa senão repetir.Valor de mercado: R$45,00 Valor para associados: R$30,80
Região: Nahe, Kreuznacher Narrenkappe - AlemanhaUvas: EhrenfelserNo topo da montanha dos vinhos alemães e fincando a bandeira do país em seu pico gelado estão os raros Eiswein. Únicos, inigualáveis. Como todas as maravilhas do mundo do vinho, este tambem apareceu por acaso. Imagino o desespero de seu primeiro produtor quando viu suas uvas totalmente congeladas por temperaturas inferiores a 8 graus negativos. As vinificou assim mesmo, não teria outro remédio, e criou sem querer esta maravilha. Um vinho de sobremesa muito doce, mas que tem sua doçura perfeitamente equilibrada com seu alto teor de acidez. Valor para associados: R$198,00
Região: San José - UruguaiUvas: 56% Cabernet Franc, 20% Tannat, 18 % Merlot, 6% Cabernet SauvignonComo seleção especial de outubro temos o El Preciado, o vinho top da bodega Castillo Viejo. Acredito que este vinho seja um dos cinco melhores vinhos uruguaios da atualidade. O El Preciado Gran Reserva esteve 14 meses em barricas de carvalho francês e americano, de diferentes tostagens, e 15 meses em garrafa. Surpreendente!Vermelhão intenso de capa limpa e brilhante. Em nariz, boa intensidade. Caramelo, alcaçuz, canela. Harmonioso. Em boca um vinho encaixado e muito bem acabado. Ainda que intenso, como vinho moderno que é, não perde frescor e alegria. Temperatura de serviço: de 18 a 24ºC. Harmonização: é um vinho de corte moderno, poderoso porem elegante, acompanha muito bem pratos com muito sabor, de massas a carnes, mas é tão presente em boca que convida a voltar a encher a taça, uma vez terminada a comida. Guarda: melhorará nos próximos 5 anos. Valor médio de mercado: R$200,00 Valor para associados: R$162,00
Região: Perdriel - Mendoza - ArgentinaUvas: 62% Malbec, 11% Cabernet Franc, 14% CabernetUma vez mais Mendoza marca presença na seleção de vinhos de nosso clube. O rótulo da vez é ENAMORE 2007 da bodega Renacer. É um blend de malbec, cabernet franc, cabernet sauvignon, syrah e bonarda, envelhecido 12 meses em barris de carvalho francês. Vale a pena experimentar. Salud! Rubi intenso e profundo. Nariz,uma multidão de aromas: mentolados, alcaçus, resinas, frutas secas um conjunto muito incomum. Boca: Enorme volume de sabores no mínimo muito originais curiosamente enobrecidos pelo tempo. Lembranças de porto, brandy e até vermouth. Final enorme. A evolução na taça é mais ou menos como um caleidoscópio. Harmonização: Pratos de grande sabor , pratos muito condimentados, pratos onde outros vinhos desapareceriam. Acho que fará boa frente aos pratos típicos de natal. Valor para associados: R$98,00
Região: Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves - BrasilUvas: Chardonnay e Pinot NoirNão posso perder a oportunidade de selecionar um espumante nacional para acompanhar os banquetes natalinos. O Estações, da Casa Valduga, um rosado, brilha pela delicadeza e beleza de sua cor. Processo: champenoise, elaboração do vinho base, engarrafamento e refermentação do vinho em garrafas de espumante, temperatura controlada na cave em 12°C, maturação por 10 meses ocorrendo autólise de leveduras, remuage em pupitres, degorgement, arrolhamento e rotulagem. Graduação Alcoólica: 12,5°GL. Harmonização: moluscos, linguado, truta, camarão, carnes brancas, cordeiro, saladas, salada de frutas e sorvetes. Análise organoléptica. Visão: rosado claro e cristalino, perlage fina e constante. Olfato: frutado, lembrando framboesas e amoras. Paladar: Elegante com agradável frescor. Consumo: 4 a 6ºC Valor para associados: R$30,00
Região: Napa Valley, Califórnia - Estados UnidosUvas: 92% Zinfandel, 8% CarignaneEsta seleção vem da Meca dos vinhos americanos, a Califórnia. É na costa norte deste estado, que se estende de São Francisco para cima, que se encontram 4 importantes condados, no que se diz respeito ao vinho: Vale do Napa, Sonoma, Mendocino e Lake. O Estrada Creek vem do Vale do Napa, que já produz vinho há mais de um século, tendo quase todas as suas terras produzindo o que é considerado melhor vinho tinto de todo país. A Cabernet Sauvignon ainda reina absoluta, mas também algumas cepas costumam se dar bem nesta pequena porção de terra americana. É justamente este o caso da Zinfandel, a cepa com maior presença no corte de nossa seleção do mês. A uva californiana Zinfandel é considerada o cartão de visitas do estado, sua origem parece ser croata e é muito semelhante a uma vinha do sul da Itália, a Primitivo, mas foi na Califórnia que ela ganhou sua personalidade.Vinícola: Anders – Lane. Alcool: 14%. Vermelho rubi intenso. Nariz fruta vermelha e compotada. Harmônico. Em boca, tipicidade, grande passo, volume de sabor e final largo. Harmonização: É um vinho versátil, um clássico vai com tudo. Guarda: Está em excelente momento de consumo e manterá essas boas condições por 2 ou 3 anos.Valor aproximado no mercado: R$65,00 Valor para associados: R$37,90
Região: Bajo Aragón - EspanhaUvas: 100% GarnachaGrad. Alcoólica: 14,5% Temperatura de serviço: 17 à 19 °c Vermelhão com brilhos púrpura. Em nariz; pontente, frutado, ameixa, alcaçuz são aromas que sobrersaem. Boca: Equilibrado, saudável, bom volume de sabor, jovial divertido e fresco. É uma oportunidade de conhecer melhor a uva garnacha. Não é um vinho complexo mas é um bom exemplo de boas praticas de produção vinícola. Guarda: Melhorará no decorrer dos próximos 12 meses, mas já está muito agradável. Harmonização: Vai com tudo mas eu o evitaria com pratos mais elaborados e de sabor delicado. Valor aproximado no mercado: R$60,00 Valor para associados: R$38,80
Região: Western Cape - África do SulUvas: 90% Cabernet Sauvignon, 8% Syrah, 2% Petit VerdotNão são abundantes os sul-africanos no Brasil e menos em nossas seleções, e como já tivemos um este ano, é uma excelente oportunidade para quem ainda tem algumas garrafas do anterior, o Kanu, de prová-los juntos com o fim de tentar identificar um estilo sul-africano. É um Cabernet, Shiraz e Petit Verdot. Como o Cabernet é 90%, por lei não é preciso citar as outras uvas. No rótulo virá escrito somente Cabernet Sauvignon.Rubi - vermelho intenso. Nariz: potente, fruta madura, quente, porém equilibrado. Boca: nota-se enorme maturidade da uva, que revela uma colheita em situação de perfeita sanidade e grande soleamento. O vinho tem características de colheita tardia e possivelmente desenvolveu tal porcentagem de açúcares, que apesar dos 14° de álcool, mantém um importante nível de açúcares residuais. Vinhos com estas características costumam apresentar pouca ou nenhuma acidez, já que os açúcares se desenvolvem na mesma proporção que desaparecem os ácidos, mas este manteve a quantidade exata de ácidos para lhe dar frescor e alegria. Harmonização: este é um vinho muito particular e dado seu sabor acentuadamente doce abre-se um enorme leque de possibilidade de harmonização: nos pratos muito salgados, embutidos, queijos, picantes e até mesmo sopas onde os tintos não harmonizam tão bem este dará conta do recado. Guarda: pode melhorar nos próximos três anos.Valor médio de mercado: R$50,00 Valor para associados: R$37,30
Região: Lujan de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: Cabernet SauvignonA linha Familia Barberis reserva as uvas que provêm das melhores e mais antigas vinhas da família, em Vistalba e Maipú, cuja produção muitas vezes não supera os 4 mil quilos por hectare, para destinar aos caldos 12 meses de merecido descanso nas melhores barricas de carvalho francês e americano. Para não permitir que a madeira supere a fruta, somente um percentual dos vinhos, que varia entre 35% e 45 %, é destinado a este envelhecimento em carvalho a cada ano. Passado este lapso, se misturam os caldos que provêm do envelhecimento e os que permaneceram nos tanques para lograr assim a perfeita harmonia da linha Familia Barberis. Envelhecimento: 30% do vinho estagiou em barris de carvalho francês Alliers e da Califórnia por 12 meses. Permaneceu mais 12 meses engarrafado antes de sair à venda. De cor intensa, cor vermelha. No nariz, aromas de especiarias, frutas vermelhas maduras, algo de pimentão doce e notas de baunilha e chocolate. De grande estrutura na boca, equilibrado e com taninos bem amadurecidos. Valor aproximado no mercado R$60,00 Valor para associados: R$38,60
Região: Alto Agrelo, Luján de Cuyo - ArgentinaUvas: 100% Cabernet SauvignonNossa seleção de Grandes Vinhos do mês de junho estará muito bem representada pelo Finca La Anita 2005. Este vinho tem se instalado como referência entre os Cabernet Sauvignon argentinos, com importantes menções na imprensa especializada. É um vinho tão especial que é somente engarrafado quando as uvas atingem seu máximo esplendor, sendo assim não são produzidos todos os anos, por isso temos que aproveitar. Envelhecimento: 3 a 6 meses em barricas de 225 litros de carvalho francês. Engarrafado sem filtrar. Vermelho fechado. Nariz: intensidade média, elegante, harmônico, fruta, coco, baunilha, cedro, menta, uma complexidade sutil. Em boca, grande impacto, grande volume de sabor e ao mesmo tempo elegante, clássico. Tanino fino, porém vivo. Este vinho tem as características que se esperam dele, tem a marca da bodega. Não é volumoso em nariz, é volumoso em boca e seu estilo vai contra a corrente argentina atual. É um vinho de sutilezas. Harmonização: É um vinho de guarda e mudará sensivelmente nos próximos anos. Hoje, com os taninos ainda vivos, acompanhará bem carnes grelhadas, churrasco, massas, molhos vermelhos. Com o tempo irá afinando e irá melhor com sabores mais delicados: ainda carnes, porém mais elaboradas, com molhos ou temperos finos, massas com molhos brancos. Temperatura de serviço: Entre 19 e 21 º Guarda: Melhorará nos próximos cinco anosValor médio de mercado: R$150,00 Valor para associados: R$98,00
Região: Mendoza - ArgentinaUvas: 70% Syrah, 30% MalbecO Finca La Anita Tonel é um dos vinhos top dessa afamada adega. Com este vinho, creio que seremos os primeiros no Brasil a oferecer o "re-arrolhamento", prática comum na França para os Chateaux. Como é um vinho com DNA para longas guardas, a bodega Finca la Anita se compromete a re-arrolhar o vinho dentro de uns anos para. se for meu desejo, prepara-lo para longuíssimas guardas. Assim, se dentro de 5 ou 8 anos você decidir guarda-lo por mais outro tanto, período para o qual uma rolha já não oferece total segurança, recolhemos sua garrafa, a enviamos para a Argentina, será aberta pelo enólogo, provada, completada com o vinho da mesma colheita, re-arrolhada e devolvida para você sem custo. Não é chique? Neste momento existem apenas 200 garrafas no Brasil. Brilhante translúcido, rubi com tons ocre. Em nariz, intenso, complexo, notas de caramelo, baunilha, madeira, conhaque. Em boca, delicado, elegante toffe, café tostado, macio, untuoso, harmônico, tanino integrado.Valor médio de mercado: R$180,00 Valor para associados: R$145,00
Região: Mendoza - ArgentinaUvas: Cabernet SauvignonNosso primeiro argentino. Uma explosão de sabor14,3% álcool 9 meses em barril, 12 em garrafa em bodega. Aromas de compota de frutas e caramelo e umas quantas outras notas que, no girar da taça, aparecem e desaparecem como num caleidoscópio. Em boca, gordo e poderoso. Parece que está tudo tão encaixado que nem se notam os 14,3% de álcool. No longo fim, um sutil e elegante amargor que lembra tostado. Valor para associados: R$
Região: Douro - PortugalUvas: Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga FrancaEm primeiríssima mão receberemos este vinho que somente chegará ao mercado brasileiro no fim deste ano. Um Douro português de 2004. O irmão pequeno daquele vinho que eu considerei um dos dois melhores da Expovinos deste ano, o Xisto, do mesmo produtor, da mesma terra de xisto.Cor rubi com brilhos ciano, em nariz fruta caida, vigoroso, nanquim, em boca intenso, fresco, licor de cereja, tanino vivo e ligeiramente secante e um amargor elegante no final. Temperatura de serviço: de 18 a 22ºC. Harmonização: é um vinho mais para refeições de sabores fortes que para bebericar, quando poderá parecer cansativo após a terceira taça. Suponho que estará melhor com pratos gordurosos como rabada, bucho e por aí afora.Será comercializado por um valor médio de R$45,00 Valor para associados: R$29,50
Uvas: MonastrellMais que um vinho, o Fondillón é uma lenda. O primeiro a ganhar nome próprio, pois não é preciso dizer a palavra na frente de Fondillon. Foi o mais famoso vinho do Renascimento, numa época em que as naus inglesas faziam fila no porto de Alicante para encher seus porões dessa bebida. Dizem que o rei Luis XIV, em seu leito de morte, como último desejo, teria pedido um cálice de Fondillón. O Fondillón não é exatamente um vinho doce, pertence à categoria dos "rancios", rançosos, azedos. Mas é um pouco doce sim. Manter vinhas velhas de uva monastrell, colhe-las tardiamente com baixíssimo rendimento, e guarda-las por muito tempo, é tão caro que são poucos os produtores que ainda o fazem. Valor para associados: R$84,00
Região: Fundo de Santa Ana, Valle del Maipo - ChileUvas: Cabernet Sauvignon 100%Don Francisco Undurraga, fundador da Viña, sempre reservou os melhores mostos desde sua primeira colheita para elaborar seu pequeno resouro: sua coleção particular. Hoje, um século depois, Founder's Collection se transformou no seu orgulho. Sua casta e personalidade única, reconhecida internacionalmente, fazem deste Cabernet Sauvignon 100%, um vinho indispensável para apreciadores e colecionadores. As uvas provém de um vinhedo de 35 anos, cuja produção não ultrapassa 6000kg, a colheita é manual em caixas de 12kg. A fermentação é feita em cubas de aço inox a temperatura de 28º a 30ºC, por um período de 7 dias, o vinho é guardado em barricas de carvalho francês por 16 meses e mais 12 meses em garrafa. Este vinho é um Gran Reserva procedente de um terroir excepcional nos vinhedos de Fundo de Santa Ana, Valle del Maipo. Cor Rubi brilhante; aromas finos e persistentes; paladar aveludado, intenso e persistente. Ideal para acompanhar, carnes vermelhas, aves de caça e queijos maduros. Prêmios: 90 pt. Wine Advocate (R.Parker)/90 pt. Descorchados 2010. Valor para associados: R$98,00
Região: Bousy, Champagne - FrançaUvas: 90% Pinot Noir, 10% ChardonnayE se o assunto do mês é França, nossa seleção especial do mês é um Georges Vessele; Grand Cru, Blanc de Noir, Brut, Assemblage. Não, não é um espumante francês, é Champagne mesmo, e não é um Champagne qualquer, é um Grand Cru. Amarelo palha vivo. Em nariz, intenso, frutas, massa folhada, manteiga, amêndoas. Em boca cremoso mineral, delicado, excelente evolução, harmonioso. Harmonização: Excelente com queijos, peixes, defumados, foie gras e muito bom com quase tudo, inclusive com elementos de difícil harmonização, como aspargos ou pratos picantes. Guarda: consumo imediato. Valor no mercado: R$200,00 Valor para associados: R$166,00
Região: Paarl - África do SulUvas: Cabernet Sauvignon, Zinfandel, Shiraz e Touriga NacionalO vinho de março será o Gleno Carlou Tortoise Hill Red. Um sul africano de Paarl. Em 2005 tivemos entre nossas seleções um vinho sul africano que causou furor entre os associados, acredito que este Glen Carlou vá repetir essa experiência, ainda que seja um vinho bem diferente daquele. Este é um corte no mínimo muito criativo, jamais vi estas uvas juntas num vinho: Cabernet Sauvignon, Zinfandel, Shiraz e Touriga Nacional. Uvas de grande caráter, juntas, para formar um vinho de grande caráter. Escuro com tons de evolução. Em nariz, boa potência, uma multiplicidade de aromas. Em boca: cálido, equilibrado, de tato sedoso, sabores achocolatados e algum mentolado. Taninos elegantes e doces, final persistente. Temperatura de serviço: de 19 a 24ºC. Harmonização: Este é um vinho para qualquer circunstância e prato. Volume de sabor suficiente para pratos mais poderosos, elegância suficiente para não agredir delicadezas culinárias.Valor médio no mercado R$50,00 Valor para associados: R$35,00
Região: Valle do Uco - Mendoza - ArgentinaUvas: MalbecJá selecionamos outrora um Malbec Argentino do Valle do Uco. Naquela ocasião, contamos aos associados que a Malbec é a uva emblema da Argentina, a segunda uva mais plantada naquele país... e que desperta paixões e produz os melhores vinhos argentinos... Seria impossível não selecioná-la mais de uma vez! O Valle do Uco é a região produtora de vinhos com maior altitude no país. O produtor deste vinho, Goughenhein Winery, tem sua propriedade em Tupungato, pitoresca zona do Vale do Uco. A mais de 1.200 metros sobre o nível do mar, na Cordilheira dos Andes, a zona possui um clima desértico com mais de 320 dias de sol ao ano e onde a agua, que irriga os vinhedos, é proveniente das montanhas. Com este cenário perfeito, dedicação e expertise do produtor nasceu esta excelente seleção. Um brinde a todos! Alcool 13,5% Valor aproximado de mercado: R$ 55,00 Valor para associados: R$42,50
Região: Navarra - EspanhaUvas: Tempranillo, Garnacha e MerlotGran Feudo Rosado criado sobre Lías.O vinho Gran Feudo Rosado 2008 é um vinho rosé muito particular uma vez que foi o primeiro vinho rosado no mundo a ser engarrafado em uma Magnum. Gran Feudo é um projeto da Bodegas Julián Chivite, mundialmente reconhecido, são vinhos que utilizam principalmente as uvas Garnacha e Tempranillo, acrescentando algumas uvas no corte, como neste caso a Merlot. Rosado de tons avermelhados e vivos. Nariz muito potente, intenso e frutado. Boca: Quente com muito corpo e estrutura, um rosado bem masculino, com muito volume de sabor e final Largo. Considero este vinho uma das melhores seleções do clube de todos os tempos bem como está entre os mais instigantes rosados que já tomei. Harmonização: Tudo. Guarda: Apesar de Rosado, poderá melhorar na garrafa no proximo ano. Valor para associados: R$36,60
Região: Valle del Maipo - ChileUvas: Petit Syrah, SyrahO Gran Hacienda tem a virtude de surpreender, e muito. Nossa primeira seleção com um Petit Syrah no corte.Beterraba escuro com brilhos. Em nariz, intenso, vigoroso, frutas negras, frutas maduras e uma ponta herbácea. Em boca, alegre, poderoso, taninos presentes, juventude e final adocicado. Estimativa de guarda: a Petit Syrah costuma dar ao vinho um bom potencial de envelhecimento. Já está muito gostoso mas um par de anos lhe dará finura. Harmonização: é um vinho desenfadado e alegre para cozinha alegre e de sabores intensos e gordurosos. Temperatura de serviço: estará muito bem entre os 16 e os 23 ºC. Valor médio de mercado: R$40,00 Valor para associados: R$31,00
Região: Soledade - California - Estados UnidosUvas: 48% Cabernet Sauvignon, 25% Merlot, 10% Cabernet Franc, 9% Malbec e 8% Petit VerdotNossa seleção Grandes Vinhos do mês de setembro transporta-nos rumo à Califórnia, nos Estados Unidos da América. No final da década de 80, diversos produtores uniram-se para decidir como deveriam chamar aqueles vinhos que, historicamente, eram os melhores das suas vinícolas, e que podiam envelhecer maravilhosamente. Decidiram então fazer um concurso para eleger um nome para tais vinhos de alta gama, os quais continham uvas francesas e eram elaborados como blends (mesclas) de diversas uvas. Após o concurso, resolveram formar a Aliança Meritage, escolhendo assim o nome desses blends com uvas típicas de Burdeos - os Meritage. Ainda que haja uma tendência a pronunciar de forma afrancesada a palavra, o correto é pronunciar a mesma como Heritage (herança). A palavra provém da conjunção de Merit (Mérito) e Heritage (Herança). O produtor da seleção Grandes Vinhos do mês já foi parte da seleção mensal com um dos grandes sucessos deste ano, o Cycles. Trata-se da Hahn Family Wines, mas desta vez com um vinho produzido em outra de suas propriedades, a vinícola localizada em Soledad – Califórnia HAHN. Sem sombra de dúvidas, estaremos diante de um dos grandes vinhos do ano, HAHN MERITAGE 2010, um coupage de 48% Cabernet Sauvignon, 25% Merlot, 10% Cabernet Franc, 9% Malbec e 8% Petit Verdot, envelhecido na melhor madeira francesa nova. 14,5% álcool.Os vinhos que possuem o título Meritage caracterizam-se por serem historicamente macios, aveludados, complexos e de estrutura robusta. Podem ser bebidos jovens ou envelhecer espetacularmente. Uma demonstração de elegância e sabores perfeitamente encaixados, que nossos associados, com certeza, irão adorar. Valor aproximado no mercado: R$160,00 Valor para associados: R$98,00
Região: Yecla - EspanhaUvas: 100% MonastrellNossa próxima escala no “Globo Vinícola” leva-nos ao sudeste da Espanha, mais precisamente à região de Murcia, e à D.O. Yecla, famosa pelos seus Monastrell monovarietais (chamada de Mourvedre na França). Variedade talvez introduzida no sul da Espanha e França pelos fenícios, há registros que citam o século XV como o início do cultivo da uva Monastrell no sudeste da Espanha. Com esta variedade, elaborou-se um histórico vinho doce, que chegou a ser o mais caro da Europa, o Fondillon. Diz a lenda que o Rei Felipe II da Espanha era um dos maiores fãs. Selecionamos para este mês, o que consideramos um dos melhores Monastrell existentes no mercado, o Hécula. Produzido pela Familia Castaño, a grande artesã dos Monastrell, este vinho tem conquistado o mundo. A monastrell é uma uva geralmente usada em assemblages (mesclas) e poucas vinícolas conhecem a arte de produzí-la como varietal 100%. Entre elas, a Bodegas Castaño é uma das mais reconhecidas neste quesito. Será uma das grandes seleções do ano: envelhecido 6 meses em carvalho, o potente e afamado Hécula 2009, que atingiu 90 pontos Parker* (* Robert Parker é um dos maiores críticos de vinhos do mundo). Vinho de estrutura forte, granada cereja intenso. Nariz com frutas vermelhas doces, lembranças de folhas secas e casca de árvores com notas mentoladas. De paladar equilibrado na boca, sua estrutura marcada está acompanhada por um toque de xarope, que dá volume na boca e beira o doce. Lembranças de pólen características da Monastrell. Mais uma vez, estes toques de folhas secas que apareciam no nariz. O barril, integradíssimo, só acompanha. Harmonização: Este vinho acompanhará um cordeiro, carnes vermelhas grelhadas e embutidos curados, inclusive pratos ensopados marinados ou picantes. Temperatura: Degustar entre 16 e 18ºC. Guarda: Está em um excelente momento para ser consumido. Poderá ser guardado por 3 anos. Valor aprox. no mercado: R$65,00 Valor para associados: R$39,60
Região: Redondo, Alentejo - PortugalUvas: Aragonês, Trincadeira, Cabernet Sauvignon e Alicante BouschetVermelhão rubi intenso com brilhos ciano, limpo e translúcido. Em nariz, frutas maduras, nanquim e caramelo queimado. Em boca um vinho cheio com poderosa evolução, quente, tanino vivo e uma ponta de balsâmico, elegante e largo final. Temperatura de serviço: dá o seu melhor entre 19 e 23ºC. Harmonização: Para ocasiões mais senhoriais e pratos mais senhoriais. Tem intensidade suficiente para harmonizar com pratos mais elaborados e condimentos finos e mais poderosos. Guarda: afinará nos próximos 3 a 4 anos, ainda que já esteja em excelente momento para consumo.Valor médio de mercado: R$52,00 Valor para associados: R$42,00
Região: Rioja - EspanhaUvas: 90% Tempranillo e 10% ViuraO Heredad de Aduna foi elaborado com 90% de Tempranillo e 10% de Viura. A Tempranillo já é uma velha conhecida nossa mas a Viura faz estréia nestas seleções. Nada de mais aparecermos por aqui com uma uva nova se não fosse que este é um vinho tinto e a Viura uma uva branca. Branca? Pois é, branca! Viura é o nome usado na Rioja para esta uva que é mais conhecida no resto da Espanha como Macabeo. O uso da Viura na elaboração de tintos é relativamente comum na Rioja mas como as proporções de Viura são pequenas, sua presença geralmente não é mencionada nos rótulos. Refresca o tinto trazendo-lhe uma acidez extra e fixando cores. Isso começou com o casual fato de que entre as vides tintas sempre se encontram algumas brancas e no momento da colheita vai tudo para o tacho. Com a moderna demanda de vinhos com mais extrato essas práticas vão rareando.Elaboração: maceração carbônica. Temperatura de serviço: entre 17 e 22ºC. De aromas pujantes e frutados e um toque de ervas. Em boca é leve e macio, evolui harmonicamente e tem um final agradável e longo. HArmonização: carnes, massas, queijos curados. Evolução em garrafa: por ser um vinho de maceração carbônica, deve ser consumido fresco, já que não melhora com a guarda. Consumo imediato. Valor para associados: R$29,75
Região: Württemberg - AlemanhaUvas: Dornfeelder (100%)Para março de 2012, temos uma surpresa. Entre os grandes produtores mundiais, a Alemanha é historicamente reconhecida por seus bons vinhos brancos e começa a se posicionar com tintos de alta qualidade. Mesmo os vinhos alemães não sendo habituais em nossas seleções, não poderia deixar de escolher este tinto feito com a uva Dornfelder, 100% uva autóctone alemã da região de Württemberg, que responde pela maior produção de vinhos tintos na Alemanha. Este vinho tinto, que é produzido por Heuchelberg Weingärtner eG, provém de uma região de clima ensolarado e nos maravilha com mais da metade dos vinhedos em regiões de encostas íngremes, com cerca de 20% de inclinação, exigindo o alto cuidado dos viticultores e nos garantindo assim um vinho de alta qualidade e grande singularidade. Sem dúvida, uma das gratas surpresas deste ano, na nossa incursão ao mundo vinícola. Valor aproximado no mercado: R$60,00 Valor para associados: R$39,70
Região: Lujan de Cuyo, Vistalba - ArgentinaUvas: 100% MalbecProvem dos mesmos vinhedos da nossa seleção do mês, mas o tratamento dado a este vinho é significativamente mais refinado: 100% vai a barricas novas de 225 litros de carvalho francês, depois do que, passa 4 anos em garrafa em bodega, e como cereja do bolo, não é filtrado. Vermelhão maduro. Nariz, harmônico, compota, aromas encaixados, elegante. Boca: médio corpo, taninos alegres, mentóis, complexo. Guarda: Afinará nos próximos 3 ou 4 anos. Harmonização: pratos de bom volume de sabor porem delicados, carnes e massas com molhos finos. Valor médio no mercado: R$130,00 Valor para associados: R$95,00
Região: Lujan de Cuyo, Vistalba - ArgentinaUvas: 100% MalbecO Humberto Barberis Malbec 2004 é um grande Malbec argentino, como muitos outros, mas deste podemos comentar algumas particularidades: Provem de vinhedos bem velhos, 80 anos, cujo rendimento por hectare não sobrepassa os 4000 kilos. 30% deste vinho passa por carvalho francês por 11 meses e 5% passa por carvalho americano. Antes de sair ao mercado descansa 6 meses em garrafa em bodega. Bonita receita. Rubi profundo e capa brilhante. Nariz, cálido, compotado, baunilha, cereja, intenso. Boca: grande ataque, baunilha, chocolate branco, boa evolução, madurez polifenólica, final longo. Guarda: melhorará nos próximos 3 ou 4 anos. Harmonização: pratos com grande volume de sabor. Temperatura de serviço: de 18 a 24ºC.Valor médio no mercado: R$58,00 Valor para associados: R$35,00
Região: Ribera del Júcar - EspanhaUvas: 80% Cabernet Sauvignon e 20% MerlotO próximo grandes vinhos é o Illana Selección 2006, da mesma bodega que a seleção do mês e portanto da mesma DO ribera del Jucar. Não gosto de citar a pontuação que os vinhos de nossas seleções obtiveram deste ou daquele critico ou revista mas neste caso o farei: 92 pontos Parker.Vermelhão. Nariz: Intenso, complexo, confitura de frutas, caramelo, baunilha, frutos secos, coco, tudo muito bem encaixado e elegante. Boca, um vinho moderno de alta expressão com as clássicas características dos vinhos de regiões muito soleadas, final enorme. Guarda: Está em um excelente momento de consumo mas afinará nos próximos dois ou três anos podendo ser guardado pelos próximos cinco ou seis anos. Harmonização: Carnes grelhadas ou em molhos intensos à base de leite, por exemplo.Valor médio de mercado: R$ 140,00 Valor para associados: R$88,00
Região: Ribera del Júcar - EspanhaUvas: 45% Bobal, 30% Tempranillo e 25% SyrahE seguindo nossa já tradição de trazer vinhos de origens diferentes e pouco freqüentes por aqui, o proximo vinho é o Illana tradición 2006 da DO espanhola Ribera del Jucar. Estamos num excelente momento para comprar vinhos da Espanha, país o qual a atual e famigerada crise pegou em cheio fazendo que os preços baixassem consideravelmente. E não é só isso, os vinhos espanhóis que estão sendo vendidos hoje, foram elaborados na bonança. As próximas colheitas, já elaboradas nas vacas magras, tendem a não apresentar a mesma relação qualidade preço que temos hoje..Vermelhão. Nariz: Masculino, frutas confitadas e tostados. Boca: Saboroso, cheio, sabores bem equilibrados e final longo Temperatura de serviço: de 19 a 23° Guarda: Melhorará no próximo ano, mas pode ser guardado por mais três anos. Harmonização: É um vinho versátil e fácil de harmonizar já que seus taninos estão muito doces e resolvidos.Valor médio de mercado: R$ 65,00 Valor para associados: R$37,50
Região: Luján de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: 100% MalbecNosso vinho do mês, é produzido pela bodega Foster uma bodega nova, fundada tão somente em 2002, mas o mesmo não acontece com seus vinhedos implantados parte em 1919 e parte em 1956, ou seja o que é desejável que seja novo, as instalações, é novo, e o que é desejável que seja velho, as vinhas, é velho. É uma bodega de última geração e como tal utiliza o método de gravidade e parece ser a única de Mendoza que utiliza esse método. Durante a vinificação o mosto ou mesmo o vinho passa por diferentes tanques, cada um para uma etapa da vinificação. Para passar de um tanque a outro bombeia-se o mosto ou vinho. Entende-se que essas bombas ou esse bombeamento é agressivo ao vinho. Se os tanques se encontram em seqüència um mais baixo que o outro, esse transporte do mosto ou vinho ocorre pela gravidade, de forma suave, natural, não agressiva. Beterraba escuro de capa brilhante. Em nariz, fruta madura, fruta caida do pé. Em boca, ataque e evolução poderosa, quente, untuoso, tato macio, um toque de jabuticaba e um final enorme com uma ponta de amargo. Um vinho que mão passa despercebido, despertará paixões. Estimativa de guarda: Acredito que este vinho mostra suas melhores características jovem, consumido agora, por outro lado tem estrutura para guardas longas, em qualquer caso deve ser muito interessante acompanhar sua evolução nos próximos 4 a 5 anos. Harmonização: Me perdoem o clichê mas este vinho vai bem mesmo é com um churrasco, parrilla, anchuras, e qualquer prato com muito sabor e gordura. Temperatura de serviço: Entre 18 e 23°C. Valor médio de mercado: R$40,00 Valor para associados: R$30,60
Região: Barossa Valley - AustráliaUvas: Shiraz, Cabernet SauvignonParece que o mundo está dividido entre Ocidente, Oriente e Austrália. Tudo na Austrália parece ser só de lá. O vinho australiano não foge a essa regra e os australianos fazem questão disso. Inventaram seu próprio vinho, o vinho de sabores primários, os sabores das uvas. Assim, simples e contundente. Não é por que erraram que as exportações de vinho australiano não param de crescer. Nosso primeiro vinho do novo mundo tambem é o primeiro elaborado com a uva Shiraz, que é a principal uva da vinícola australiana; ovóide, saborosa e esquecida por muito tempo e que agora está na moda, e por mérito próprio. Aqueles que tem o paladar feito para o vinho europeu podem estranhar. Os convido para que venham de peito aberto, como se viessem, digamos, para um churrasco de cangurú. Rubi brilhante, aroma de frutas, gordura, bosque, ervas. Alegre e pujante. Na boca, uma nota de alecrim. Seus 12% de alcool parecem perfeitos para sabores delicados que em conjunto com seus taninos produzem um equilíbrio e evolução elegantíssimos. Valor para associados: R$27,00
Região: Navarra - EspanhaUvas: 50% Cabernet Sauvignon, 40% Tempranillo, 10% MerlotEstimativa de guarda: Está pronto para consumo, mas pode melhorar em 3 anos. Valor para associados: R$34,50
Região: Stellenbosch - África do SulUvas: 56% Shiraz, 34% Cabernet Sauvignon, 6% Merlot, 4% RoobernetFaz tempo que venho prometendo um vinho sulafricano para os associados. Após muita procura no mercado nacional, entre as importadoras aqui estabelecidas, desisti. Peguei um avião em novembro passado e fui para a Cidade do Cabo encontrar um vinho para nós. Visitei algumas bodegas, tomei vários vinhos espetaculares e encontrei no meio do palheiro este Kanu. Já tivemos um Pinotage entre as seleções, a uva clássica sulafricana, então optei por este corte Shiraz - Cabernet. Envelhecimento: 6 meses em traves de carvalho francês. Em nariz, chocolate preto e framboesa, complementado por notas apimentadas, noz moscada e canela, da componente Shiraz. Suave, aveludado em taninos com frutas vigorosas que terminam em um longo e seco final. Harmonização: Todo tipo de patês e terrines. Ótimo como aperitivo, como diversa gama de presuntos e saladas. Acompanha bem as carnes em geral, principalmente as de porco, assim como as aves, e também as massas de molhos com carne. Temperatura de serviço: servir levemente refrescado, a 20ºC. Guarda: para beber agora, ou durante os próximos 3 anos.. Valor médio de mercado: R$ 50,00 Valor para associados: R$36,50
Região: Alto Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: 100% MalbecEsta é a segunda vez que temos um vinho que foi feito exclusivamente para a Sociedade da Mesa. O primeiro, o Corte Dos, do ano passado, e agora este Pulenta. O Pulenta La Flor tinto Malhec é um vinho de linha da bodega Pulenta, mas este é o "Edicion Única", um corte do La Flor com o Pulenta Estate engarrafado para nós e grande candidato a ser uma das melhores seleções dos últimos meses. Valor estimado de mercado: R$55,00 Valor para associados: R$38,50
Região: Alto Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: 100% MalbecTenho o propósito de que pelo menos uma vez ao ano a metade de uma de nossas caixas seja de um vinho rosado. É um pouco menos que 5 por cento do total, meia seleção ao ano, e por tanto tem que ser um rosado muito especial. Recentemente estive na Fenavim, maior feira espanhola de vinhos e justamente por termos um rosado na seleção de maio, fiz questão de provar quase todos os rosados apresentados na feira. Ainda que a Espanha se destaque na produção de rosados, o nosso, o Pulenta, eu o colocaria entre os melhores que provei lá. Valor estimado de mercado: R$50,00 Valor para associados: R$29,00
Região: DOCa Rioja - EspanhaUvas: 100% TempranilloImaginem dois jovens agrônomos e enólogos, proprietários de uma conceituada empresa na Espanha, a qual assessora vinícolas de diversas D.O., como Rioja, Navarra, Catalunha, Castilla y León, Mancha, Galícia, entre outras. Imaginem agora se estes dois profissionais descobrem antigos vinhedos de pequenos produtores, cujas uvas eram vendidas a terceiros e mescladas com outras uvas de outras origens, perdendo, assim, todo o potencial das mesmas. Alberto Pedrajo e Javier Achutegui conhecem com perfeição o panorama vinícola da Espanha. Em 2003, ao acharem dois antigos vinhedos, um em Rioja (Tempranillo) e outro em Castilla & Léon (Prieto Picudo), assumiram o desafio de produzir a partir deles, grandes vinhos, únicos e singulares. Chega de imaginar. O resultado já é realidade, o sonho dos grandes vinhos de Alberto e Javier estará conosco em dezembro. Sim, eles conseguiram fazer grandes vinhos e é por isso que serão seleção GRANDES VINHOS dezembro. 12 meses de madeira nova francesa e americana Produtor: ARRIAGA & MIMENDEZ / DOCa Rioja Acool: 13,5%Valor aproximado no mercado: R$138,00 Valor para associados: R$98,00
Região: Mendoza, Argentina - ArgentinaUvas: 50% Chardonnay e 50% Chenin BlancPara a Seleção Especial de final de ano, temos uma novidade: o Espumante Las Perdices, mas desta vez elaborado com um rigoroso método Charmat, menos artesanal do que o Champenoise, mas que, quando bem produzido, pode nos dar espumantes fantásticos e mais econômicos. No Charmat é muito importante o tempo da segunda fermentação para conseguir o melhor perlage e a atuação completa das leveduras. Alguns produtores reduzem esse tempo ao mínimo possível e outros o estendem ao máximo para que o perlage, aromas e sabores sejam de alta qualidade, persistentes e saborosos. Este é o caso do Espumante Las Perdices. Carlos Muñoz elaborou este espumante com um corte de 50% Chardonnay e 50% Chenin Blanc, um perlage fino, delicado e com aromas sutis.Valor aproximado no mercado R$50,00 Valor para associados: R$39,90
Região: D.O.: Agrelo, Luján de Cuyo - Mendoza - ArgentinaUvas: Malbec (80%), Petit Verdot (10%), Cabernet Sauvignon (5%) e Tannat (5%)Envelhecido de 15 a 18 meses nas melhores barricas de carvalho francês e americano, elaborado com uvas que provêm de vinhedos próprios na região, considerada a melhor para a produção de vinhos de alta qualidade na Argentina, os vinhos de Las Perdices têm sempre muito bem distribuídas a fruta e a madeira, tudo na medida certa e num equilíbrio surpreendente. Comprove você mesmo, nosso associado, se é fantasia ou realidade este GRANDE VINHO. Valor aproximado no mercado: R$150,00 Valor para associados: R$98,00
Região: Alto Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: 100% Cabernet SauvignonO vinho do mês de fevereiro será o argentino Las Perdices da bodega Viña las Perdices. Esse vinho chega ao mercado brasileiro agora no começo de 2009 da mão da importadora Bodegas los Andes e nós o receberemos em primeira mão, como já é comum em nossas seleções. Em sua faixa de preço, é um dos melhores vinhos que provei ultimamente. Será uma das melhores seleções de 2009 e prevejo grande êxito para este rótulo no mercado brasileiro.Envelhecimento: Seis meses em tonéis de carvalho francês e americano. Rubi vermelhão intenso. Nariz, frutas maduras, compotadas e especiarias. Boca: quente, cheio, passo por boca homogêneo e potente. Alcaçuz, grande extração, tanino doce e agradável. Final enorme. Guarda: Pode melhorar nos próximos três anos. Harmonização: massas, carnes com molhos fortes. Temperatura de serviço: Entre 18º e 22º.Valor médio de mercado: R$52,00 Valor para associados: R$36,90
Região: Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: 80% Chardonnay e 20% Pinot NoirMétodo: Tradicional ou Champenoise, segunda fermentação em garrafa. Colheita: manual seletiva, na primeira quinzena de fevereiro. Vinho Base: Obtenção do sumo por prensa pneumática. Esfriamento do mosto a 4 ºC, decantação das borras, trasfega e posterior sembra de leveduras selecionadas. Fermentação alcoólica em aço inox. Segunda fermentação: Corte dos vinhos base e engarrafado. Após a segunda fermentação estiba sobre borras durante 18 meses. Degorgment: As garrafas são colocadas em pupitres e o removido manual é efetuado diariamente durante um mês. Apos o degolhe, se adiciona o licor de expedição e a rolha por fim. Notas de degustação: de cor amarelo dourado suave com reflexos brilhantes. Espuma persistente, bolhas delicadas e finas. Aromas de mel, amêndoas, pão torrado e frutas. Suave na boca, boa acidez, elegância e persistência de notas de fruta. Bom frescor e complexidade. Ideal como aperitivo ou para harmonizar com frutos do mar, ceviches, carpaccios e pratos de peixe. Temperatura de consumo: 5 a 7°C. Valor aproximado no mercado: R$ 65,00 Valor para associados: R$56,00
Região: Luján de Cuyo, Mendoza - ArgentinaUvas: MalbecComo muitos associados já sabem, o Icewine é uma especialidade Canadense e Alemã, pois somente nesses países se dão as raras condições climáticas para que o mesmo possa ser produzido: colheita de uvas congeladas. É um vinho muito particular, de sobremesa, doce e ácido, muito elegante. A bodega Viña las Perdices, produtora do nosso vinho do mês, resolveu reproduzir artifi cialmente as condições necessárias para a produção desse raro vinho, que neste caso não pode se chamar “Ice Wine” já que esta é uma denominação exclusiva Canadense e Alemã. Como se esta singular experiência não fosse suficiente para calmar suas inquietudes técnicas, decidiram fazê-lo com uma uva tinta: Malbec. O resultado é impressionante. Rosado com tons alaranjados. Nariz: Sugere mesmo o próprio malbec com uma ponta de pêssego. Boca: Não tão ácido como seus parentes do Canada ou Alemanha. Sabores que lembram a ameixa fresca, o pêssego e a banana e um pronunciado final de mel. Harmonização: Os vinhos doces são geralmente harmonizados com as sobremesas, mas podem dar muito mais de si. Este icewine irá bem com queijos fortes, patês fortes, pratos muito picantes ou à base de vinagre como os escabeches. Temperatura de serviço: Entre 8º e 15ºCValor médio no mercado: R$130,00 Valor para associados: R$105,00
Região: Mendoza - ArgentinaUvas: 93% Shiraz, 7% ViognierDe uns anos para cá, tenho encontrado, com relativa frequência, vinhos cujo corte é de Shiraz, com uma pequena quantidade de Viognier, que, como todos sabem é uma uva branca. Estive falando com enólogos a respeito desse insólito corte que vem, ao que parece, firmando-se como tendência ou moda. Comentaram-me, em uníssono, sobre os benefícios de caráter técnico da adição do Viognier ao Shiraz, e sobre a fixação de características do Shiraz, como a cor, por exemplo. Com ou sem razões técnicas, o fato é que tal corte é muito interessante em seu sabor, e nossos associados não deveriam ficar fora dessa novidade / tendência. Alheio a isso, entendi que o Shiraz Viognier da bodega Las Perdices, leva esse conceito a um ponto muito alto de qualidade. Entre uma e outra razão, esse será o imperdível vinho de agosto. Minha Cata: Rubi profundo. Nariz: fruta madura, aromas bem encaixados e um toque floral. Boca: intenso fresco, jovial e divertido. Guarda: poderá melhorar nos próximos três anos. Temperatura de serviço: pode ser servido mais fresco que o normal, entre 16 e 24º. Harmonização: os vinhos mas sisudos são um pouco cansativos para serem consumidos sem o acompanhamento de uma refeição. Este é um vinho bom para essas ocasiões. Valor aproximado no mercado: R$ 60,00 Valor para associados: R$39,90
Região: Toscana - ItáliaUvas: 60% Sangiovese, 20% Merlot, 20% Cabernet SauvignonNa seleção do mês de abril, um vinho aproximou-nos da Toscana e, após nossa escala nessas terras, nos concentramos em procurar um vinho que realmente fosse um reflexo do que a Toscana tem sido, e é para o mundo do vinho premium. No princípio, nossa procura foi baseada em localizar um “supertuscan”, um daqueles vinhos que, durante anos, foram a referência do vinho top italiano, fugindo do tradicional e das variedades nativas como a Sangiovese, para se tornarem adoradores do Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, vinhos superestruturados, opulentos, densos, bombas de fruta, revestidas de intensa madeira. Mas as coisas nesta região estão mudando, e é cada vez mais fácil encontrar vinhos que souberam evoluir a partir daqueles convencidos do sucesso dos anos 1.980 e 1.990 em todo o mundo, até os vinhos mais sutis, finos e elegantes, com menos tanino e mais amáveis em seu conjunto. E aqui estamos, apresentando o que entendemos que pode ser a evolução daqueles “supertuscans”. De Panzano in Chianti na província de Florência, Leone 2.010 da casa Carobbio, um vinho cheio de frutas vermelhas, sem excesso, com uma madeira fina que acompanha e não é protagonista. De entrada fresca na boca, combinada com uma estrutura sólida, faz com que a passagem pela boca seja agradável e prolongada. É uma bodega familiar encravada em uma fazenda toscana, rodeada de vinhedos e oliveiras, com uma superfície de 45 hectares, dos quais 10 são dedicados ao cultivo do vinhedo. Seu tamanho reduzido e seus vinhedos exclusivos tornam-na uma pequena joia da toscana, onde tudo é detalhadamente cuidado, desde o vinhedo até a produção e o envelhecimento de suas poucas 45.000 garrafas produzidas ao ano. Um espetáculo de vinho, que despertará os seus sentidos. Valor médio de mercado: R$ 120,00 Valor para associados: R$89,00
Região: Franschhoek - África do SulUvas: 52% Pinotage, 48% ShirazO Leopard's Leap acompanha a linha do Shiraz deste mês de novembro. É um vinho de texto, de livro. Mas desta vez é Sul africano. Representa com competência o estilo e o melhor vinho que se vem fazendo hoje na África do Sul. Pinotage, a uva emblema do país e lá criada do cruzamento de pinot com cinsault em corte com Shiraz. Muito recomendável com o peru de Natal. Rubi vivo. Nariz: intenso, aromas de defumados. Boca: potente, moderno, frutas maduras e toques tostados tudo bem encaixado com final longo. Temperatura de serviço: de 17 a 24° Harmonização: Toda classe de carnes grelhadas ou com molhos exuberantes. Valor estimado no mercado R$ 60,00 Valor para associados: R$39,10
Região: DOC Shiraz - FrançaUvas: 100% ShirazTal pai tais filhos. Filhos do eminente enólogo André Lurton, autor de mais de uma preciosidade bordelesa e com o qual chegaram a trabalhar, Jacques e François Lurton resolveram empreender seu próprio caminho no mundo do vinho. Movidos por uma ambição que beira o atrevimento inauguraram um conceito de ignorar fronteiras e ufanismos e fazer bons vinhos em qualquer lugar. Já só o fato de que a França lhes fique pequena a esse par de enólogos franceses me leva a olhar com mais cuidado o que tais franceses possam fazer. Com vinhas próprias ou não, produzem hoje seus vinhos na Argentina, Austrália, Chile, Espanha, França e Uruguai. Nosso vinho do mês é de sua linha de varietais, é um vin de pays regionaux, mais precisamente um vin de pays d'oc 100% Shiraz. Os vins de pays possuem uma regulamentação menos restrita que os A.O.C. e considerados inferiores a aqueles, mas não em regra. Julgo que esta seleção seja justamente a exceção. É um vinho cheio de juventude com tudo o que isso possa significar. Alguma falta de sabedoria se vê compensada pela sobra de vigor. Muito aromático, framboesas groselhas e caramelo, tem uma evolução poderosa e final agradavelmente salgado. Valor para associados: R$
Região: Côtes du Rhône - FrançaUvas: 70% Grenache, 20% Syrah , 5% Carignan, 5% MourvèdreI3,5 % álcoolJá faz um tempo que não selecionamos um corte e ainda mais com tantas uvas, quatro. A principal, a Grenache é a segunda uva mais plantada no mundo e a uva predominante em todo o Rhône, onde é responsável por alguns excelentes Chateauneuf-du-Pape. A Syrah, a Pimenta. A Carignan originária da Espanha e que traz o álcool e o tanino, e finalmente a Mouvedre, também espanhola, a uva dos vinhos rançosos de Alicante. Não posso imaginar nenhuma outra razão para misturar quatro uvas que não seja a busca de um equilíbrio e é essa a sensação que se tem ao tomar o Les Moirets. Linda cor rubi luminosa, aromas delicados de frutas vermelhas e alguma flor. É um vinho leve e que chega a me recordar um clarete. Sedoso na boca, tem uma evolução muito agradável, tanino discreto e fino. Um vinho vestido para qualquer ocasião. Valor para associados: R$
Região: Côtes du Rhône - FrançaUvas: 70% Grenache. 20% Carignan e 10% CinsautBem ao contrário dos vinhos deste mês, os brasileiros, que eu não tenho dúvida nenhuma que provoca reações de amor e ódio, o vinho de julho, o Les Viguiers agradará e agradará a brutal maioria. É um exemplar do sólido bem fazer que fez o vinho francês ser o que é. É um Côtes du Rhône excepcionalmente bom e mais se entendermos que o vinho francês de qualidade é mais frequente em faixas de preço ao consumidor superiores aos R$100,00 no Brasil. Valor aproximado no mercado: R$ 65,00 Valor para associados: R$38,70
Região: Vale dos Vinhedos - BrasilUvas: ChardonnayUm aspecto simpático deste vinho é que ainda não foi lançado no mercado ou, visto de outra forma, está sendo lançado por nós.Amarelo citrino brilhante e uma ponta de carbônico. Em nariz: frutas - banana, maçã verde. Em boca: acidez pronunciada, mas que faz jogo com sua gordura. Bem acabado, final longo. Guarda: É um vinho para consumo imediato, mas não é preciso sair correndo para tomar todas as garrafas. Não melhorará com a guarda, mas também não perderá suas qualidades em curto prazo. Harmonização: Tem estrutura e volume de sabor suficiente para acompanhar qualquer prato. Nem me importaria de tomá-lo com um churrasco, ainda que, claro, estará melhor com pratos leves. Como aperitivo, como “abre boca”, estará muito bem. Temperatura de serviço: Entre 12º e 17º.Valor médio de mercado: R$45,00 Valor para associados: R$36,00
Região: Vale dos Vinhedos, Serra gaúcha - BrasilUvas: MerlotLidio Carraro é uma bodega muito jovem. Jovem em idade. Sua primeira safra é a 2004 e jovem porque é jovem a equipe que a dirige. Se autointitula "Vinícola Boutique". A voz cantante da vinícola, quanto à produção, é a enóloga Monica Rosseti. Gravem esse nome pois será muito conhecido no mundo do vinho.Vermelhão com capa brilhante. Em nariz, sedutor, frutas vermelhas, cereja, cherry brandy, intensidade mediana e até um pouco fugidio, mas elegante. Em boca, intenso guloso, uma nota verde de fundo, tanino amentolado e forte impressão de boca.Guarda: Suponho que os sabores se integrarão nos próximos 2 ou 3 anos.Valor médio de mercado: R$62,00 Valor para associados: R$49,60
Região: Vale dos Vinhedos - BrasilUvas: Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat e Cabernet FrancRubi escuro. Nariz: surpreendentes tons de café que mesclados à fruta madura lhe dão um ar imponente. Em boca: potente, acidez viva e final longo. É um vinho equilibrado e saboroso, mas seu tanino jovem e tom herbáceo podem incomodar alguns. Guarda: Melhorará muito nos próximos três anos. Harmonização: Seu tanino verde pede carnes gordurosas. Temperatura de serviço: de 19º a 23º. As temperaturas maiores fazem mais palatáveis os taninos jovens.Valor médio de mercado: R$85,00 Valor para associados: R$36,00
Região: Vale dos Vinhedos - BrasilUvas: TannatBorda vermelha, rubi fechado. Nariz: caramelo, tostados, café, coco. Boca: sua estrutura é tal que seu teor alcoólico de 16º passa despercebido. O volume de sabor é enorme e impressiona toda a boca. O final é infinito. Alguma incômoda nota herbácea bem como seu tanino ainda vigoroso melhorará com o tempo. Importante: Este vinho exige forte aeração. Decante com bastante antecedência; duas horas se possível, caso contrário se decepcionará. Guarda: Só tende a melhorar. A grosso modo, nem sequer está pronto, mas um vinho que exige muita guarda não é comum no Brasil e as bodegas não estão preparadas para guardá-lo e enviá-lo ao mercado em seu melhor momento. Acredito que possa melhorar nos próximos oito anos, mas em caso de ansiedade, já estará brilhando nos próximos dois anos. Harmonização: Bem, depende. Se for abrir hoje, a carne mais gordurosa que encontrar,se for abrir em 2016, pratos da alta cozinha de sabor volumoso irão bem.Valor médio de mercado: R$180,00 Valor para associados: R$89,00
Região: Vale de San Antonio - ChileUvas: 100% Pinot NoirDa região de San Antonio Valley no Chile, Casa Marin oferece seu vinho Pinot Noir. Mas o que pode ter de tão especial? Com apenas dez anos de existência, Casa Marin, uma bodega que nasceu das mãos de Maria Luz possui o vinhedo mais próximo do Oceano Pacífico na América do Sul. As críticas não consideravam que tal proximidade pudesse ter um bom resultado. Mas acreditem: o resultado é espetacular. E você ainda não está convencido? Então, experimente!Rubi intenso. Mais intenso do que se poderia esperar de um pinot noir. Nariz: Enorme, complexo, todos os grupos aromáticos perfeitamente encaixados ainda que se sobresai a confitura. Boca: Perfeito, é evidente um grande trabalho de vinhedo. Moderno, com muita estrutura. É uma livre e magistral interpretação da pinot noir. Excelente oportunidade de compará-lo ao Boogle, nosso último grande vinho e também um pinot noir, aquele mais clássico. Guarda: Poderá melhorar nos próximos 5 anos. Harmonização: Por seu caráter adocicado e baixa adstringência irá muito bem com qualquer prato cujo molho tenha leite ou creme de leite. Também se sairá bem com pratos mais picante e embutidos inclusive.Valor médio de mercado: R$200,00 Valor para associados: R$108,00
Região: Cahors - FrançaUvas: 100% MalbecCahors é uma pequena denominação de origem do sudoeste da França que não faz muito barulho, passa desapercebida. Produz vinhos de malbec, tannat e merlot. Este nosso vinho tem ainda a particularidade de ser um corte de safras. Três safras de malbec. Diferente, não é? Claro, e por isso que o selecionamos. Valor estimado no mercado R$ 50,00 Valor para associados: R$38,80
Região: Vin de Pays d'Oc, Sudeste - FrançaUvas: ChardonnayAmarelo cítrico. Em nariz boa intensidade, equilibrado, típico, maçã. Em boca carnudo, muito boa passagem por boca, agradavel ao tato, de final quente. Harmonização: tem volume em boca suficiente para harmonizar com pratos que tradicionalmente harmonizariam com tintos; massas, risotos e carnes grelhadas. Tambem acompanhará bem entradas leves e queijos.Valor médio de mercado: R$39,00 Valor para associados: R$29,50
Região: Vin de Pays d'Oc, Sudeste - FrançaUvas: Cabernet SauvignonRubi escuro de capa fechada. Em nariz, boa intensidade, harmonioso, frutas negras maduras. Em boca picante, ligeiro de corpo, taninos um pouco verdes e final caramelo queimado. Harmonização: vinho coringa, para qualquer situação informal. Guarda: não melhorará com o tempo. Não é um vinho de guarda.Valor médio de mercado: R$39,00 Valor para associados: R$29,50
Região: Alentejo - PortugalUvas: 35% Trincadeira, 30% Aragonez, 20% Touriga Nacional e 15% Alicante BouschetEste mês vamos voltar a Portugal, mais especificamente ao Alentejo, onde desta vez chegamos ate esta impressionante bodega localizada em Cuba, Alentejo, para conhecer um dos projetos mais inovadores que atualmente estão em desenvolvimento nesta região, uma bodega onde está claro que o bom vinho parte do vinhedo, mas a tecnologia, o conhecimento e os meios adequados também são necessários para tirar o maior rendimento possível de uma matéria prima excelente. Desta filosofia surge MARIANA, um vinho de finca, produzido com uma coupage tradicional de uvas procedentes de seus 70 hectares de vinhedo que rodeiam a bodega. Cada passo é medido e controlado nesta bodega. Catarina, sua enóloga, transmite seu conhecimento e paixão a cada um de seus vinhos e se algo surpreende sobre seu trabalho é sua forma meticulosa e rigorosa de produzir seus vinhos, sempre de olho nos vinhedos, onde depois de decidir a melhor data para a vindima, as uvas são colhidas manualmente e colocadas em caixas para protegê-las ate sua chegada à bodega. São recebidas, selecionadas em uma mesa e preparadas em pequenos tanques de aço inoxidável onde depois de uma maceração pré-fermentativa a frio, fermenta a uma temperatura media baixa para preservar todo o seu componente frutado. O vinho é refinado em tanques durante 12 meses ate seu engarrafamento. Trata-se de um vinho equilibrado, mas com corpo, onde se destacam seus aromas e sabores de fruta madura. Sem duvida, um vinho feito para ser degustado com uma refeição pantagruélica.Valor aproximado no mercado: R$55,00 Valor para associados: R$42,30
Região: Penedés - EspanhaUvas: 100% Cabernet SauvignonNa atualidade, a finca do Marques de Monistrol, situada no coração do Penedés e com 450 hettares de vinhedos, constitui o maior vinhedo da região de Sant Sadurni d'Anoia. A situação geográfica da propriedade é privilegiada já que os vinhedos, orientados a nordeste e sudeste somados a uma suave inclinação do terreno permitem aproveitar ao máximo o tempo de exposição ao sol das vinhas. O solo por sua vez, de natureza pedregosa, favorece a diversidade de vinhedos. Variedades cultivadas na propriedade: Parellada, Merlot, Chadornnay, Xarello, Macabeo, Cabernet Sauvignon. Grau Alcóolico: 12% Vol. 18 meses em tonéis de carvalho americano, seguido por 12 meses em garrafa. Cor rubi profundo com reflexos lilás, intenso em boca e elegantemente tânico com tons baunilha e especiarias, fruto de seu desenvolvimento em bodega. Aromas frutados e balsâmicos, elegante e complexa via retronasal com um final persistente e potente. Vinho ótimo para prolongar seu envelhecimento em garrafa. Temperatura de serviço: 15ºC. Harmonização: acompanhante perfeito de todo tipo de cozidos, grelhados e queijos frescos. Valor para associados: R$
Região: D.O. Valdeorras, Galícia - EspanhaUvas: 100% MenciaA variedade Mencia é como um doce de fruta vermelha, e este vinho não poderia ser de outra forma. De cor vermelho-cereja, os primeiros aromas que você descobrirá serão de frutas vermelhas, continuados por uma memória de especiarias e de talo verde, que são característicos desta variedade, nestas latitudes. As frutas vermelhas, framboesas e groselhas, com notas láticas, trazem frescor à boca. Menciño apresenta uma acidez marcada que não incomoda. Seu tanino é integrado, polido para o que poderíamos esperar de um vinho desta região e com estas características. Para muitos, será seu primeiro vinho tinto galego. Ele surpreenderá e dará o que falar. Valor médio de mercado: R$ 55,00 Valor para associados: R$43,50
Região: Ribera del Duero - EspanhaUvas: 80% Tempranillo, 15% Merlot e 5% CabernetUm belo exemplar de Ribera del Duero, elaborado pela Bodega Peñafiel. 80% Tempranillo, 15% Merlot e 5% Cabernet, maturado em barril francês por 14 semanas. Enfim, um vinho com muito aire espanhol. Envelhecimento: 14 semanas em carvalho francês. Álcool: 14%. Vermelho rubi brilhante. Nariz: Maduro, frutas negras, alcaçuz. Boca: Jovial, moderno, equilibrado, lácteos, “yogurt”, intensidade mediana e bom final. Harmonização: É um vai com tudo sempre lembrando que é um tinto, claro. Guarda: pode melhorar nos próximos três anos. Valor mercado: R$ 57,00 Valor para associados: R$39,50
Região: Tierra de Castillo & Leon - EspanhaUvas: 100% Prieto PicudoImaginem dois jovens agrônomos e enólogos, proprietários de uma conceituada empresa na Espanha, a qual assessora vinícolas de diversas D.O., como Rioja, Navarra, Catalunha, Castilla y León, Mancha, Galícia, entre outras. Imaginem agora se estes dois profissionais descobrem antigos vinhedos de pequenos produtores, cujas uvas eram vendidas a terceiros e mescladas com outras uvas de outras origens, perdendo, assim, todo o potencial das mesmas. Alberto Pedrajo e Javier Achutegui conhecem com perfeição o panorama vinícola da Espanha. Em 2003, ao acharem dois antigos vinhedos, um em Rioja (Tempranillo) e outro em Castilla & Léon (Prieto Picudo), assumiram o desafio de produzir a partir deles, grandes vinhos, únicos e singulares. Chega de imaginar. O resultado já é realidade, o sonho dos grandes vinhos de Alberto e Javier estará conosco em dezembro. Sim, eles conseguiram fazer grandes vinhos e é por isso que serão seleção GRANDES VINHOS dezembro. 12 meses de madeira nova francesa e americana. Produtor: ARRIAGA & MIMENDEZ / Tierra de Castillo & Leon Acool: 14% Valor aproximado no mercado: R$138,00 Valor para associados: R$98,00
Região: Reguengos, Alentejo, Vinho regional - PortugalUvas: 40% Periquita, 30% Trincadeira , 20% Bastardo e 10% MoretoJá selecionamos vinhos portugueses do Douro e de Ribatejo, Alentejo é a seqüência natural. O vinho de outubro é o Monte Velho, um vinho regional alentejano produzido pela prestigiosa casa Herdade do Esporão com as uvas Periquita, Trincadeira, Bastardo e Moreto, um vinho jovial, perfeito para dar as boas vindas à primavera. Estimativa de guarda: ganhará elegância nos próximos anos. Amora translúcido, aromas intensos e franco de fruta madura. Em boca, fresco, taninos vivos e doces. Um vinho despretencioso e muito saboroso. Harmonização: É um vinho fácil de harmonizar, versátil, vai bem com toda classe de pratos e situações. Temperatura de serviço De 17° a 23°C. Valor médio no mercado R$42,00 Valor para associados: R$32,00
Região: Redondo, Alentejo - PortugalUvas: Aragonês, Trincadeira, Cabernet SauvignonVermelho com brilhos rubi, limpo de borda branca. Em nariz boa intensidade, harmonioso, cerejas, baunilha, caramelo. Em boca café, muito boa evolução, alegre, fresco sem deixar de ser elegante. Temperatura de serviço: ainda que a bodega indique de 16 a 18ºC, este vinho está francamente melhor acima dos 19ºC. Entre 19 e 23ºC dará seu melhor. Harmonização: vinho para qualquer situação e para qualquer prato. Alegre suficiente para acompanhar pratos mais leves, e fresco e elegante suficiente para fazer frente a pratos mais elaborados. Guarda: está em excelente momento para ser consumido, mas pode afinar nos próximos 2 a 3 anos.Observação importante: considerando que é um vinho que facilmente pode ser atribuido 85 pontos, seu valor de clube de R$28,00 lhe concede uma relação qualidade preço pouco comum.Valor médio de mercado: R$35,00 Valor para associados: R$28,00
Região: D.O. Valencia - EspanhaUvas: Tempranillo, Monastrell e Cabernet SauvignonNosso primeiro vinho da D.O.Valencia, este Murviedro é um reserva com 12 meses em barrica de carvalho americano. Suas uvas são a Tempranillo, a Monastrell e a Cabernet Sauvignon, sendo a Monastrell a que lhe dá o charme Valenciano. Alguns estarão mais familiarizados com o nome Mourvedre que é como chamam a Monastrell na França. É o terceiro vinho espanhol seguido do ano. Não gostamos de repetir origem dessa forma, mas nesta ocasião não pudemos evitar. Você o entenderá ao prova-lo. Valor de mercado: R$55,00 Valor para associados: R$38,70
Região: Trácia - BulgáriaUvas: 55% Rubin, 45% MerlotE alguém dirá – Mas ora! Um vinho Búlgaro? Muita gente não sabe, mas é de lá que vem o vinho! É isso mesmo, a cultura do vinho, o cultivo intensivo da vinha para produção de vinhos começa naquela região dos atuais: Grécia, Bulgária, Romênia, Montenegro, Servia... É de lá que os romanos levaram o vinho para a Europa ocidental. Não digo que a produção de vinhos de qualidade Búlgaros seja volumosa, por outro lado a economia fechada que viveram até faz pouco e a depressão do então mercado interno não favoreceu muito a produção do vinho de qualidade. Mas isso mudou e o reflexo se verá. Este vinho tem a acessória de Michel Roland, é um corte da uva local Rubin, com Merlot. Uma estranha harmonia entre não o velho, mas o velhíssimo mundo do vinho interpretado pelo ultramoderno Michel Roland. Interessante não? A vinícola Castra Rubra fica na região da Trácia, na aldeia de Kolarovo, onde recentemente foram descobertas ruínas de uma fortaleza bizantina do Século XV.Valor estimado no mercado R$ 70,00 Valor para associados: R$39,50
Região: Dealu Mare - RomeniaUvas: Feteasca NeagraA próxima escala das nossas aventuras no globo vinícola leva-nos para um destino inusitado. Trata-se de um dos mais antigos países produtores de vinhos e um dos 12 maiores produtores mundiais, porém nada frequente nas prateleiras brasileiras: a Romênia. As vinhas deste país têm mudado de mãos durante séculos e, não tão distante no tempo, a indústria vinícola e as vinhas foram nacionalizadas por Ceausescu e seu regime. Traçando um paralelo com a videira, que, quanto mais se esforça e mais dificuldades encontra, melhor uva produz, podemos ver hoje que, após tanto esforço dos produtores, os ascendentes vinhos deste país estão começando a competir de igual para igual com os vinhos de países produtores mais afamados. O vinho do mês provém da região do Dealu Mare, situada abaixo da cadeia montanhosa dos Cárpatos. É produzido com uma uva autóctone da região, chamada Feteasca Neagra, que tem sido elogiada mundialmente. Mesmo devastada pela filoxera, sua produção foi recuperada por alguns obstinados e dedicados produtores. Esta uva brilha na região do Dealu Mare, que oferece um clima continental com grande amplitude térmica, ideal para a produção da Vitis vinifera e vinhos. Será uma grande oportunidade para o nosso associado degustar este vinho envelhecido em barris de 300 litros de carvalho da Romênia, e assim conhecer esta nobre madeira. Para vocês, apresentamos, das terras do Conde Drácula, o vinho ROMENO do próximo mês: NOMAD Feteasca Neagra 2009, da vinícola Domeniile Sahateni, elaborado por uma das mais conceituadas enólogas da região, Aurelia Vicinescu. Álcool: 13,5% Valor aproximado de mercado: R$55,00 Valor para associados: R$39,80
Região: Navarra - EspanhaUvas: Tempranillo, Merlot e Cabernet SauvignonOtazu é uma bodega insignia da DO Navarra - Espanha. Não é distribuido no Brasil e portanto é uma exclusividade para os associados. No mês passado eu comentei que o Aliwen seria provavelmente a melhor seleção do ano, e se há algum vinho que claramente pode desbancalo é este, o Otazu Dimension. Um “crianza”, Tempranillo, colhido em 2003.Rubi profundo. Nariz: Intenso, elegante, harmônico, frutas vermelhas, frutas maduras, balsâmico. Em boca: Evolução perfeita, equilíbrio perfeito entre os sabores primário, secundário e terciário. O estágio em barricas de Allier foi feito de modo a produzir um resultado de equilíbrio difícil de encontrar. Temperatura de serviço: O equilíbrio de sabores é algo que brilha neste vinho e é tal que não se desvanecerá com variações de temperatura de serviço. De 17º a 24º. Guarda: Está num momento muito bom, mas pode melhorar ente quatro e cinco anos. Harmonização: Está vestido para qualquer festa. Excetuando o extremo do peixe cozido com batatas, vai bem com qualquer prato.Valor médio no mercado R$60,00 Valor para associados: R$37,90
Região: Navarra - Espanha - EspanhaUvas: 30% Cabernet Sauvignon, 20% Tempranillo e 50% MerlotSeguindo nossa incansável viagem pelo planeta vinícola, chegamos desta vez à D.O. Navarra, na Espanha. Fronteira com a França, em Navarra se produz uma situação praticamente única e excepcional dentro da Espanha. Ali, unem-se os climas do Atlântico, do continente e do Mediterrâneo. A grande influência atlântica está refletida no grande leque de aromas, com o qual nos presenteiam os vinhos de Navarra. O vinho do mês não terá somente essa interessante particularidade, mas também outra que consideramos bem mais importante para o nosso associado. Trata-se de um vinho RESERVA, com todas as grandes exigências que isso significa dentro de uma conceituada D.O. como Navarra, cujos vinhos, para serem certificados como Reserva, devem ter um tempo mínimo de 36 meses dentro da adega, dos quais um mínimo de envelhecimento de 12 meses em carvalho e outro tanto engarrafado e preservado em temperatura controlada, para apenas então sair à venda. O vinho do mês é da mais alta qualidade que Navarra pode oferecer, produzido pela afamada Señorio de Otazu. Trata-se do Otazu Reserva 2005, envelhecido durante 14 meses em barricas do melhor carvalho francês dos bosques de Allier. Por estar localizada em um palácio senhorial do século XVI, com uma igreja do século XII, seu lema é “a arte de fazer vinhos”. Pois bem, nesta seleção imponente de enormes sabores, nossos associados irão praticar a melhor arte: a de beber tais vinhos.Alcool: 14,7% Valor aproximado no mercado: R$ 150,00 Nota do Diretor: O vinho deste mês, o Otazu Reserva 2005, é um vinho de alta categoria, de tal forma que vinha sendo estudado para a seleção trimestral Grandes Vinhos. Porém, graças a uma excelente negociação de compra, será possível colocá-lo na Seleção Mensal. Mesmo com um valor superior ao habitual - R$46,00 - não seria exagero dizer que a relação entre qualidade e preço deste oferta é única e inédita no mercado brasileiro. Valor para associados: R$46,00
Região: Stellenbosh - África do SulUvas: PinotageBeterraba escuro com tons rosáceos. Em nariz, tostados e frutas maduras discretas. Movendo a taça, os aromas se alegram, as frutas se sobressaem sempre com um "que" de café. Em boca tem um grande impacto e evolução agradável, taninos finos e doces, e final longo. Harmonização: mostrou-se um competente aperitivo bebido frio. Por ser amoroso irá bem com pratos bem temperados e até apimentados. Temperatura de serviço: por ser um vinho de grande volume de sabor, as baixas temperaturas não os escondem. É um vinho agradável de beber mais frio do que geralmente se aconselha aos tintos, entre 15 e 17ºC, o que cai muito bem nestes dias quentes. Estimativa de guarda: ganhará elegância nos próximos 4 anos. Valor para associados: R$34,50
Região: Alentejo - PortugalUvas: 50% Syrah, 47% Petit Verdot e 3% AlfrocheiroExiste certa rivalidade entre os vinhos do Alentejo e os vinhos do Douro, e para apimenta-la, trouxemos do Alentejo a nossa seleção de grandes vinhos. É um vinho produzido a partir de uvas syrah, petit verdot e alfrocheiro. Esta última traz algo de peculiar ao vinho, já que a casta alfrocheiro é mais utilizada no norte de Portugal, e no Alentejo traz ao vinho notas de frutas vermelhas e por vezes até de chá verde.Vermelho rubi. Nariz frutas vermelhas e especiarias. Boca: cheio harmônico moderno potentes e de grande estrutura. Passo por boca perfeito e um toque de alcaçuz. Final largo. Guarda: Está pronto para consumo mas por ter grande estrutura também melhorará nos próximos um ou dois anos podendo ser guardado por uns seis anos. Harmonização: Pratos de sabor forte, carnes, assados, cabrito, ou molhos potentes, massas ao tomate.Valor médio no mercado: R$120,00 Valor para associados: R$95,00
Região: Sonoma Valley - Califórnia - Estados UnidosUvas: 62% Pinot Noir, 27% Syrah e 11% CarignanE finalmente chegou a vez da nossa seleção grandes vinhos. Neste mês selecionamos um californiano com uma mistura perfeita das uvas Pinot noir, Syrah e Carignan. Uma seleção assim só acontece quatro vezes por ano. Produtor: Owl Ridge Wines Graduação alcólica: 14,8% Valor aproximado no mercado: R$120,00 Valor para associados: R$98,90
Região: Valdeorras, Galicia - EspanhaUvas: MencíaEste vinho é novidade e pouco frequente no Brasil, um tinto Galego. Os vinhos galegos não abundam no mercado brasileiro e os tintos galegos eu diria que são inexistentes. Pois é, Galicia não tem fama de bons tintos e aí está a graça deste. É bom, é muito bom. E é original. De uma DO bem pequena e desconhecida inclusive na Espanha. Vou além. Sugiro ao associado uma pequena “ranhetice”. Diante de alguém que diga que já tomou este ou aquele vinho raro pergunte: Você já provou um tinto da DO Valdeorras? E após um constrangido e inequívoco não, diga eu já. Rubi vivo translúcido. Em nariz, complexo, Intenso, fruta, compota, tostados, toffe, um toque floral. Em boca: Entrada potente, doce e cheio, uma concentração pouco comum dada sua origem, final com ligeira nota vegetal e amargor. Guarda: Pode melhorar nos próximos dois anos. Harmonização: Carnes, pratos gordurosos, porco, pratos com molhos fortes. Temperatura de serviço: entre 18 e 23ºCValor médio estimado no mercado: R$55,00 Valor para associados: R$36,50
Região: Jumilla - EspanhaUvas: 42% Monastrell, 38% Garnacha e 20% SyrahO propósito da Sociedade da Mesa é achar maravilhas para seus associados por valores muito interessantes. Não tenho dúvida de que fazemos isso todos os meses, mas este Panarroz da bodega Olivares foi corno achar um Picasso, jogado de lado, numa loja de velharias. Suponho que não haverá no Brasil outro lote desta colheita, mesmo porque suponho que o produtor não tenha nem uma garrafa mais deste vinho que causou furor em outros países e passou desapercebido no Brasil.Visual: Vermelhão intenso e translúcido. Nariz potente, frutas negras, jabuticaba. Em boca é onde este vinho mostra sua qualidade, entrada muito potente, evolução intensa, poderoso, quente, moderno, hamônico e um final enorme com um amargor e uma nota de alcaçuz elegantissimos. Guarda: Gosto muito de como ele está agora mesmo mas afinará nos próximos de 3 anos. Harmonização: pratos com muito sabor, gordurosos, molhos fortes, queijos, churrasco, cozidos, fritura. Temperatura de serviço: de 19 a 25ºC. Valor médio de mercado: R$55,00* Este vinho a seu preço de mercado atual, R$55,00, já é uma compra excelente. Valor para associados: R$34,90
Região: Barrancas, Lujan de Cuyo - ArgentinaUvas: 60% Malbec e 40% Cabernet SauvignonParis Goulart Glam 2006, toda a concentração do vinho moderno argentino. A produção deste vinho tem a consultoria de Hector Durigutti, também responsável pelo Punto Final, um vinho que já tivemos entre as seleções e que encantou os associados. Ninguém acreditou muito quando a brasileira Érika Goulart, unica brasileira fazendo vinhos na Argentina, inventou de fazer vinho. Premios e premios depois, já acreditaram. Álcool por vol: 14,2 Vermelho com brilhos ciano. Em nariz grande volume de aromas, fruta compotada. Em boca muita estrutura, sabores equilibrados em bem integrados pelos 11 meses de garrafa. Taninos sedosos e final enorme. Temperatura de serviço: entre 18 e 21º Harmonização: É um vinho fresco e de corte moderno com muito volume de sabor e irá melhor com pratos informais também de grande volume de sabor, carnes, massas, assados e afins. Com cordeiro será insuperável. Guarda: Gosto deste vinho assim como ele está, mas tem estrutura para melhorar nos próximos 4 a 5 anos. Valor médio de mercado: R$45,00 Valor para associados: R$27,00
Região: Côtes du Rhône - FrançaUvas: 30% Syrah, 60% Grenache, 10% MourvêdreAlgumas origens ou DOs são mais difíceis de selecionar pelo simples impeditivo do valor. Côtes du Rhone é um exemplo. Seus vinhos são caros, mas com paciência e perseverança vamos buscando e esperando que surjam as oportunidades. Assim vamos viajando pelo mundo inteiro da produção vinícola e cedo ou tarde visitaremos todas as regiões a despeito de seus valores. Este é um Côtes du Rhone clássico, e quem tem especial preferência pelos vinhos franceses e de corte clássico seguramente o terá entre as melhores seleções do ano.Na parte meridional do Rhône, onde normalmente encontramos a Grenache como uva base para os tintos, é justamente característica de nossa seleção do mês, o vinho da família Pasquiers Desvignes, instalada desde 1420 no Domaine du Marquisait.Rubi vermelho translúcido. Nariz: frutado, elegante e harmonioso. Boca: Sem arestas, bem acabado, homogêneo, não é um vinho de grandes complexidades porém é muito saboroso. Guarda: Não melhorará, mas resistirá mantendo qualidades por uns dois anos. Harmonização: É um vai com tudo, o clássico vinho que não desagrada a ninguém. Valor aproximado de mercado: R$70,00 Valor para associados: R$36,80